
Eric Cônsoli, indiciado pela PF no inquérito da queda do voo 2283 da Voepass Reprodução/Linkedin Um dos 16 indiciados pela Polícia Federal pelo desastre aéreo que matou 62 pessoas em Vinhedo (SP), o ex-diretor de manutenção da Voepass, Eric Cônsoli, é um dos sócios de uma empresa de serviços aeronáuticos em Ribeirão Preto (SP) aberta cerca de um ano depois do acidente.
A companhia oferece atividades auxiliares de transportes aéreos executivos como estacionamento e abastecimento de aeronaves, importação de peças sob encomenda, manutenção e seguro aeronáutico, mas não opera voos.
✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Nova série do globoplay, ‘Voepass 2283’ traz reconstituição imersiva do voo e relatos Questionada sobre a relevância dessa nova empresa para o caso, a Polícia Federal esclareceu que os fatos investigados eram restritos ao sinistro aeronáutico.
Além de Eric Cônsoli, ao menos mais duas pessoas continuaram a atuar no setor aéreo depois da tragédia em 2024.
Antigo hangar da Voepass em Ribeirão Preto (SP), onde hoje funcionava nova empresa pertencente a ex-diretor da companhia.
Sergio Oliveira/EPTV O engenheiro mecânico aeronáutico Tiago Passucci Morani, que era o inspetor-chefe da companhia e responsável por assinar liberações técnicas, hoje atua como gerente de planejamento e aeronavegabilidade em uma empresa que presta serviços para outras companhias aéreas.
Oderlino de Campos Figueiredo, que atuava como despachante operacional de voo na Voepass até abril de 2025, trabalha hoje na mesma função em uma empresa de transporte aéreo de cargas com sede em Campinas (SP).
Fonte: G1.