Campos entre os 40 maiores orçamentos do país

Atualizado em:   11/11/2016     07h18     |    Foto: Divulgação 
CamposA Lei Orçamentária Anual (LOA) de Campos dos Goytacazes para o exercício de 2017 se encontra em fase de apreciação pelos vereadores que propõem a inclusão de emendas à peça orçamentária. No último dia 25, várias entidades da sociedade civil participaram da audiência pública na Câmara Municipal quando também apresentaram emendas ao Orçamento para diversas áreas.

Os parlamentares estabeleceram um cronograma para as atividades. As emendas poderão ser encaminhadas até o dia 17 de novembro para a votação que está marcada para o dia 23 deste mês. A previsão de inicio do recesso ficou para o dia 15 de dezembro.

Para a elaboração da LOA, é necessário levar em consideração a previsão de arrecadação do governo para o ano seguinte (tributos, impostos). A discussão é importante para que sejam definidas as áreas da sociedade que mais necessitem de investimento.

Na distribuição de valores, a Câmara tem uma previsão anual de repasse de R$ 31,1 milhões, enquanto o Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais ficará com R$ 228 milhões.

Para as administrações direta e indireta, o valor é de R$ 1,3 bilhão. Já a folha de pagamento é de R$ 812 milhões.

As maiores receitas ficaram com a Saúde e Educação. A primeira tem previsão anual de R$ 500 milhões e engloba a Secretaria de Saúde e Fundo Municipal de Saúde. Já a Secretaria de Educação, Cultura e Esportes terá R$ 295 milhões.

O Orçamento de Campos para o  exercício de 2017 está estimado em R$ 1,6 bilhão.

No auge das receitas dos royalties do petróleo, o Orçamento chegou a R$ 2,4 bilhões, o que levou Campos estar em entre os 16 municípios brasileiros com maior volume de receita orçamentária, superior até a algumas capitais.

Hoje, de 16º, o Orçamento do município despencou para o 40º lugar, superado inclusive por outras cidades fluminenses como Duque de Caxias, Macaé, Niterói e Nova Iguaçu, além da capital.

Os 40 municípios com os maiores orçamentos do Brasil:

São Paulo – R$ 50,4 bilhões

Rio de Janeiro – R$ 29,5 bilhões

Belo Horizonte- R$ 13 bilhões

Curitiba – R$ 8,7 bilhões

Fortaleza – R$ 7,5 bilhões

Porto Alegre – R$ 7 bilhões

Salvador – R$ 6,7 bilhões

Recife – R$ 6 bilhões

Campinas –R$  5,3 bilhões

São Bernardo dos Campo – R$ 5,3 bilhão

Manaus – R$ 4,6 bilhões

Guarulhos – R$ 4,3 bilhões

Belém – 4 bilhões

Duque de Caxias – R$ 3,6 bilhões

Campo Grande – R$ 3,5 bilhões

Teresina – R$ 3,1 bilhões

Santo André – R$ 3,1 bilhão

Ribeirão Preto – R$ 2,9 bilhões

Sorocaba – R$ 2,9 bilhão

São Luis – R$ 2,7 bilhões

Joinville – R$ 2,7 bilhões

Santos – R$ 2,6 bilhões

São José dos Campos – R$ 2,6 bilhões

Natal – R$ 2,6 bilhões

Uberlândia – R$ 2,5 bilhões

João Pessoa – R$ 2,5 bilhões

São Gonçalo – R$ 2,4 bilhões

Maceió – R$ 2,3 bilhões

Niterói – R$ 2,2 bilhões

Cuiabá – R$ 2,2 bilhões

Betim – R$ 2 bilhões

Juiz de Fora – 1,9 bilhão

Caxias do Sul – R$ 1,9 bilhão

Contagem – R$ 1,9 bilhão

Aracaju – R$ 1,9 bilhão

Macaé – R$ 1,9 bilhão

Nova Iguaçu – R$ 1,7 bilhão

Canoas (RS) – R$ 1,7 bilhão

Campos – R$ 1,6 bilhão