Volta às aulas em Campos: Sepe mantém greve

Ensino híbrido: Decreto Municipal autoriza reabertura de algumas escolas, mas Sepe não admite o retorno antes da 2ª dose de vacina




09/06/2021, 15h57, Foto: Montagem-Campos 24 Horas.

Embora a Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia tenha optado por não divulgar oficialmente uma data de início das aulas no modelo híbrido no município de Campos, as atividades deverão ser retomadas até o fim do mês, de acordo com o decreto 193/2021 publicado nesta segunda-feira (07). Mas, o retorno ainda é questionado pelo Sindicato dos Profissionais da Educação (Sepe), que informou ao Campos 24 Horas que será mantida a decisão de greve, caso as escolas abram sem que antes os professores tenham tomado as duas doses da vacina contra Covid-19. ( Leia mais abaixo)


De acordo com o de decreto, o retorno está autorizado após a primeira dose da vacinação dos trabalhadores da educação de cada unidade escolar desde que estejam em conformidade com as orientações da Secretaria Municipal de Saúde. (leia mais abaixo)


A princípio, 40 escolas vão começar nesse modelo, sendo 20 particulares e 20 públicas (10 estaduais e 10 municipais). Mas o retorno híbrido às aulas não foi recebido com agrado pelos professores do Sindicato dos Profissionais da Educação (Sepe-RJ). (leia mais abaixo)


“O Sepe repudia o decreto apresentado na segunda-feira pela prefeitura, onde no 12º artigo estabelece retorno ensino híbrido escolas rede pública municipal. Consideramos um verdadeiro absurdo pois sabemos que a imunização total profissionais educação só será alcançada com duas doses vacinação. Não queremos a circulação de vírus dentro de nossas unidades escolares”, afirmou a coordenadora do núcleo local do Sepe, Odisseia de Carvalho. (leia mais abaixo)


— Não há um cientista ou órgão de saúde que tenha garantido imunização apenas com a primeira dose. Precisamos proteger não só os profissionais da educação, mas também nossos alunos e alunas, pais e responsáveis. Não podemos permitir ensino de forma híbrida se estabeleça de uma forma insegura. Por isso, caso haja alguma imposição, para nós vai valer o que ficou decidido em nossa assembleia da rede municipal no último dia 02, que é a greve pela vida, em proteção aos profissionais da educação, alunos e alunas”, declarou ainda Odisseia. (leia mais abaixo)


Veja AQUI quais são as condições para a volta às aulas no sistema de ensino híbrido em Campos.