Delegado: Professor assassinado era homossexual e tinha envolvimento com acusados
Delegado e coronel concederam entrevista coletiva sobre o caso
29/11/2018 07h46 Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas.
VÍDEOS NO FINAL - Em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (29), o delegado adjunto da 134ª DP/Centro, Pedro Emílio Braga, e o comandante do 8º BPM, coronel Fabiano Souza, revelaram dados sobre as investigações que culminaram na prisão de três suspeitos de participação na morte do professor de educação física, Ricardo de Almeida, de 49 anos. Segundo o delegado, a vítima era homossexual e contratava os suspeitos presos hoje para programas. O delegado também disse que os presos vendiam drogas para o professor e planejaram o crime (VEJA VÍDEO DA COLETIVA AO FINAL DAS INFORMAÇÕES).
AS PRISÕES:
As polícias Civil e Militar realizam na manhã desta quinta-feira (29), em Dores de Macabu, uma operação visando cumprir quatro mandados de prisão preventiva contra acusados de participação na morte do professor de educação física Ricardo Almeida Ferreira, de 50 anos, no dia 14 de setembro deste ano. Até o momento, três foram presos.
Segundo a polícia, as investigações apontam latrocínio (roubo seguido de morte) e que os acusados mantinham um relacionamento com a vítima, participando de festas íntimas na casa do próprio professor.
Foram presos M.R.A. de 21 anos (passagem por roubo), L.A.G.S.J., de 30 anos (passagem lesão corporal e desacato) e E.G.S.P., de 22 anos. L.F.S.P., de 28 anos, está foragido.
A ação contou com o apoio das equipes do DPO de Ururaí e Dores de Macabu
RELEMBRE O CASO
Um incêndio em uma residência situada na rua Capitão Bernardo, em Dores de Macabu na manhã desta sexta-feira (14) deixou um morto. A vítima foi identificada Ricardo Almeida Ferreira, de 50 anos, professor de Educação Física e trabalhava no Colégio Municipal Paulo Freire, perto da casa. As aulas foram suspensas nesta sexta-feira.
A princípio teria sido um incêndio criminoso. Apenas o sofá da sala pegou fogo.
O corpo do professor será removido para o Instituto Médico Legal (IML) e o caso investigado pela Polícia Civil da 134ª DP/Centro.