Vice-prefeita participa de conscientização contra a violência

Comemorada em 25 de novembro, "Luta pelo fim da violência contra a Mulher" foi lembrada nesta segunda-feira em Campos. Iniciativa foi da Superintendência de Justiça e Assistência Judiciária


  • 27/11/2017, 16h48, Foto: Rogério Azevedo/Comunicação PMCG .
Uma equipe da Superintendência Municipal de Justiça e Assistência Judiciária, com apoio Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social (SMDHS), realizou nesta segunda-feira (27) uma ação pelo Dia Internacional de Luta pelo Fim da Violência Contra a Mulher, celebrado no último dia 25. Uma panfletagem, realizada das 10h às 13h na Praça do Santíssimo Salvador, no Centro, teve a participação da vice-prefeita Conceição SantAnna. Na abordagem a mulheres e homens, a entrega do panfleto era seguida de orientações sobre a necessidade de respeito. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mais de um milhão de mulheres no Brasil são vítimas de violência doméstica a cada ano. — Sou filho de uma mulher, casado com uma mulher, pai de uma mulher e tenho uma neta de 13 anos. Minha posição não poderia ser outra, senão a de apoiar essa causa — afirmou o professor José Augusto Cândido, de 64 anos. “Defendo leis mais rígidas, para que as mulheres sejam mais respeitadas”, completou o administrador de empresas Carlos Almeida, 55. No panfleto, além de dados nacionais e mundiais com números sobre a violência contra a mulher, dicas também sobre como acionar a rede de proteção à mulher no município para denunciar casos de violência. — Essas ações ajudam a conscientizar as mulheres, muitas delas ainda temerosas em lutar pelos seus direitos — observou a balconista Leila Correa, 41 anos. “Se nos calarmos, a tendência é que essa violência cresça. Daí a importância de procurarmos nossos direitos e denunciar toda forma de violência”, acrescenta a universitária Julia Monteiro, 25 anos. Para a superintendente de Justiça e Assistência Judiciária, Mariana Lontra Costa, mesmo com toda a rede de proteção à mulher no município, a luta contra a violência à mulher só vai avançar a partir do maior engajamento da sociedade. — Muitas vezes a omissão da própria mulher que não denuncia um caso de violência acaba colaborando para um homicídio, por exemplo. As pessoas não devem se omitir; devemos todos adotar uma postura firme pelo respeito à mulher, à sua dignidade — ressalta Mariana. “O respeito é a base para qualquer relacionamento. Por isso será sempre importante incentivar ações dessa natureza. Vamos propagar nas escolas, com os vizinhos, no trabalho, por toda parte, a proposição de uma vivência cotidiana que reflita o compromisso efetivo com o respeito às mulheres”, completa Conceição SantAnna. Fonte: Comunicação PMCG 



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