A respeito das recentes declarações sobre a investigação que culminou na prisão do vereador Salvino Oliveira, o Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD) esclarece que o montante de R$ 100.000,00 (cem mil reais) comunicado ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) como movimentação atípica não possui qualquer relação com a premiação concedida pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Os valores apontados como suspeitos são decorrentes de transações realizadas ao longo do segundo semestre de 2024. Nessas movimentações, chamaram a atenção dos órgãos de fiscalização depósitos em espécie realizados na conta do investigado, além de transferências provenientes de uma empresa de informática localizada no interior do Complexo da Maré - área sob controle da organização criminosa Comando Vermelho. (Leia mais abaixo)
Esses elementos reforçam a necessidade de uma apuração rigorosa.
A instituição também esclarece que valores recebidos a título de premiação não são considerados, por si só, movimentações financeiras suspeitas nas análises realizadas pela Polícia Civil.
A análise das movimentações financeiras dos investigados segue metodologia técnica consolidada, desenvolvida a partir de parâmetros adotados por diversos órgãos de prevenção e investigação no Brasil e no exterior.