Usina termelétrica do Porto do Açu recebe aval da ANEEL para funcionar

Movida a gás, GNA II têm capacidade de gerar eletricidade para milhões de casas


  • 03/06/2025, 09h07, Foto: Divulgação.

Postado por Fabiano Venancio - Geradora de energia a partir de turbinas a gás natural, a Usina Termelétrica (UTE) GNA II, localizada no Porto do Açu, em São João da Barra, recebeu da ANEEL liberação para iniciar sua operação comercial. O despacho saiu nesta segunda-feira (02/06), no Diário Oficial da União. A partir de agora, o empreendimento está interligado ao Sistema Integrado Nacional (SIN). (Leia mais abaixo)

Com 1,7 giga watts (GW) de potência instalada, o suficiente para abastecer 8 milhões de residências, a termelétrica  representa aproximadamente 10% da geração a gás da matriz energética nacional.

A nona usina termelétrica GNA II é composta de três turbinas a gás e uma a vapor em uma configuração em ciclo combinado. (Leia mais abaixo)

Ela se destaca por apresentar uma tecnologia ecológica: possui capacidade técnica para funcionar com até metade de seu suprimento a partir do hidrogênio, gás que não é poluente nem causador de efeito estufa.

A construção da usina selecionada como obra do Novo PAC atraiu R$ 7 bilhões de investimentos e gerou mais de 10 milhões empregos em sua fase de construção. A obra atingiu mais de 20 milhões de homens horas trabalhadas sem acidentes. (Leia mais abaixo)

Com vistas à capacitação da comunidade local para as oportunidades, a GNA implementou um Programa de Qualificação Profissional gratuito com 450 vagas.

Além da UTE GNA II, o complexo de geração de energia elétrica do Porto do Açu reúne a UTE GNA I, com 1,3 GW e um terminal de gás natural liquefeito (GNL), ambos em operação desde 2021. (Leia mais abaixo)

Com 3 GW de potência instalada, o conjunto é o maior do gênero em operações na América Latina. Caso haja demanda, pode abastecer 14 milhões de residências ou a demanda dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e do Espírito Santo.

"Celebramos o início da operação comercial de nossa segunda usina GNA II que marca a transição da GNA para uma empresa 100% operacional alcançando a marca de 3 GW de capacidade instalada, reforçando nossa contribuição e nosso compromisso com a resiliência do SIN", disse Emmanuel Delfosse, CEO da GNA. (Leia mais abaixo)

 

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