Uma situação inusitada e tumultuada tomou conta da pacata cidade de Gramado, conhecida por sua sofisticação e charme na Serra Gaúcha. Um casal protagonizou um barraco após entrar em um estabelecimento apenas para utilizar o banheiro, de acordo com o relato de uma funcionária do local. (Leia mais abaixo)
Os áudios dos vídeos que circulam nas redes sociais revelam momentos de tensão e confusão. No primeiro trecho, é possível ouvir a funcionária expressando sua indignação, alegando que o casal tratou as pessoas de maneira desrespeitosa. Ela destaca a importância de tratar todos com humanidade, independentemente da classe social.'
"Não entra, ela morta, que eu não entro. Eles tratam as pessoas muito, mas a gente tem muito, entendeu? E aí a gente é humano, a gente trata o medílio e o ano. Meu Deus! E eu ainda quis me enfrentar! Eu estou de alça à noite, mas eu peguei um canto aí." (Leia mais abaixo)
O tumulto prossegue com a funcionária afirmando que o casal não seria bem-vindo e que ela está disposta a enfrentá-los. Em meio a palavras desconexas, menciona ter "pegado um canto" para se proteger.
"Desgraça! Não tem um, não tem um! Quanto? De um bom acaso. De um bom acaso, eu não vou acar, não vou desgraçar. Você não morra! Não tem um, não tem um! Aqui, para a tua casa, aqui, eu já sei que os ex -miorais daqui, aqui, aqui."
Os áudios continuam com ameaças e referências a valores monetários. A funcionária menciona gravar a situação e declara que não permitirá mais ofensas a ninguém no local.
"Eu vou gravar, eu vou parar e ficar aqui. Quatro contas eu peguei, o chinelão. Eu sou um milzão de macalão! Do porcê nunca mais vai ofender ninguém, se mentir com aqui. Se mentir com nós. Aqui, vende -me de cor, vende -me."
A confusão atinge um ponto em que o casal é desafiado, com a funcionária questionando se eles acham que são superiores, usando termos como "Galombe". A situação fica mais tensa, com ameaças de enfrentamento. (Leia mais abaixo)
"Se ele acha que é Galombe, vem cá. Vem cá, se ele acha que é Galombe. Eu vou mostrar o amigo Estínio, te dou pra ir. Vem pra cá. Vem pra cá. Vem. Não. Chinelo. Eu quero que ele chinelo lá. Eu quero que ele chinelo lá dentro."
No desfecho, a funcionária reforça a ideia de que ninguém é inferior no local e expressa sua indignação com a postura do casal.
"Cheiro. Como disso? O que aconteceu, irmãs? É que na verdade eles não vieram aqui outros dias. Vão entrar na clínica, como foi. Aí eles vieram aqui pra usar o banheiro. Só que o banheiro é as coisas que a gente tá aqui."
A administração do estabelecimento não emitiu declarações oficiais sobre o incidente até o momento. O caso continua sendo discutido nas redes sociais, dividindo opiniões sobre a conduta do casal.
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