Caso do taxista: delegado investiga membro de família que contratou corrida

Polícia tenta desvendar morte de taxista de São Paulo. Não há informações do paradeiro da família


  • 06/09/2018 12h31 Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas.
Uma entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (6) foi concedida pelo Delegado Pedro Emílio, da 134ª DP/Centro. Ele disse que as informações são de que o taxista José Oliveira Filho, de 64 anos, havia deixado a cidade de São Paulo após ser contrato para uma corrida com destino a Campos, tendo como passageiros dois casais e seus filhos - cinco crianças. Segundo o delegado, o último contato do taxista foi na cidade de São Gonçalo. 'Algo aconteceu entre São Gonçalo e Rio Bonito, onde seu corpo foi encontrado', acrescentando que por enquanto está descartada a hipótese de um segundo crime, porém destaca a possibilidade de que os passageiros tenham envolvimento no caso. Ainda não informações sobre o paradeiro da família, nem se são de Campos. O delegado pede que se alguém tem informações sobre os casais ou algo sobre o crime, que entre em contato. TAXISTA ENCONTRADO MORTO A polícia confirmou que o taxista José Oliveira Filho, de 64 anos, foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (05) em uma ribanceira em Rio Bonito, com um tiro na cabeça. Ele havia saído da Rodoviária do Tietê/São Paulo na noite desta segunda-feira (3), ao ser solicitado para uma corrida para o Rio de Janeiro. Ele levava uma família - dois homens, uma mulher e quatro crianças. O valor da corrida teria ficado estipulado em R$ 1.500, ficando acertado o valor de R$ 900 adiantado. Durante o trajeto, por volta das 20h30 de segunda-feira, José fez o último contato com a família. Na manhã desta terça-feira (4), o carro táxi Chevrolet Cobalt, de cor branca, foi encontrado na localidade de Ibitioca, em Campos. O veículo estava abandonado e apresentava marcas de sangue. Dentro do carro, a polícia encontrou uma mamadeira e documentos pessoais do taxista. A polícia segue investigando o caso.



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