
O superintendente adjunto da Pesca e Aquicultura em Campos, José Armando Barreto, foi recebido na quarta-feira (8) no Escritório Federal da Pesca e Aquicultura, no Rio de Janeiro, para tratar de extensa pauta, com destaque para a reabertura da Sala da Pesca em Campos. Na oportunidade foram tratados diversos assuntos relativos à reativação de programas de fomento ao cultivo aquícola.
— Desde extinção do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2016, os pescadores, donos de embarcações, armadores e outros profissionais e entidades do segmento vêm encontrando dificuldade na formalização de documentos de embarcações, registros de pescadores (RGP), Licenças pesca e permissões de arrasto. Por isso consideramos tão importante a reativação da Sala da Pesca em nosso município — afirmou José Armando.
A Sala da Pesca em Campos foi inaugurada ainda sob a administração do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) mas acabou fechada há pouco mais de um mês. A Casa Civil da Presidência da República interveio para promover soluções às demandas do setor pesqueiro no Estado do Rio de Janeiro, nomeando como coordenador o servidor de carreira Jaime Cavalcante Marinho, reconhecido pelos serviços prestados na área da pesca.
— Nosso município e região passam por um período crítico devido à longa estiagem. A oportunização de uma das escavadeiras hidráulicas já adquiridas pelo antigo MPA serviria tanto à abertura de tanques para piscicultura, quanto a de poços para abastecimento de tanques de superfície ou revestidos. Trouxe esta entre muitas demanda ao Dr. Jaime Marinho, profissional envolvido há muitos anos com o setor pesqueiro e aquícola. Tenho certeza que ele vai somar sua experiência para trazer as soluções — acrescentou.
No Rio, José Armando conversou ainda sobre a implantação do programa de subsídio do óleo diesel e a necessidade da fiscalização na venda combustível irregular. “O diesel marinho é indicado para embarcações de pesca e constantemente têm chegado informes sobre a venda de diesel veicular no lugar do marinho, situação que representa grave risco à segurança dos pescadores embarcados”, concluiu José Armando.
Fonte: Comunicação/PMCG