Sumidouro registra primeira morte por febre amarela

Dado foi divulgado na noite desta quarta-feira (31) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES)


  • 1º/02/2018 10h07 Foto: Divulgação .
Sumidouro, na Região Serrana do Rio, registrou a primeira morte por febre amarela, segundo informou a Secretaria de Estado de Saúde (SES). Dado foi divulgado na noite desta quarta-feira (31). Este é o quarto caso confirmado no município e o 33º no Estado do RJ, onde já foram registradas 12 mortes pela doença. O G1 questionou a Secretaria de Saúde de Sumidouro e aguarda mais informações sobre o óbito e os demais casos confirmados. Veja os casos por município Teresópolis - 4 casos, sendo dois óbitos Valença - 14 casos, sendo quatro óbitos Nova Friburgo - 1 caso, sendo um óbito Petrópolis - 1 caso Miguel Pereira - 1 caso, sendo um óbito Duas Barras - 2 casos Rio das Flores - 1 caso, sendo um óbito Vassouras - 1 caso Sumidouro - 4 casos, sendo um óbito Cantagalo - 2 casos, sendo um óbito Paraíba do Sul - 1 caso, sendo um óbito Carmo - 1 caso Casos na Serra No início deste mês duas pessoas morreram em Teresópolis, vítimas da doença: um homem de 48 anos, morador de Canoas, na zona rural, e um idoso, de 64 anos, que morava no bairro Água Quente. Na Região Serrana, também foi registrada uma morte em Nova Friburgo, de um jovem de 21 anos. Também há casos da doença em pacientes de Petrópolis, Duas Barras, Sumidouro e Cantagalo. O que é a febre amarela? A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos infectados. Em área rural ou de floresta, os macacos são os principais hospedeiros e a transmissão ocorre pela picada dos mosquitos transmissores infectados Haemagogus e Sabethes. Nas cidades, a doença pode ser transmitida principalmente por mosquitos da espécie Aedes aegypti. Não há transmissão direta de pessoa a pessoa. Os sintomas iniciais da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Fonte: G1/Região Serrana 



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