Trinta e sete policiais militares foram mortos em situações violentas no estado do Rio de Janeiro em menos de nove meses, segundo a corporação. A vítima mais recente foi o subtenente Anderson Figueira, que foi morto com um tiro no pescoço, um pouco acima da linha do colete, nesta segunda-feira (1º).
Figueira trabalhava no 41º BPM (Irajá) e estava na corporação desde 2002. (Leia mais abaixo)
Ele estava em operação no Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio, quando a equipe dele foi encurralada em uma igreja. O cenário era de destruição no local.
Sangue, cápsulas de projéteis e as paredes crivadas de bala – isso tudo em um lugar que era para ser acolhedor. Nem o bebedouro da igreja escapou. (Leia mais abaixo)
O governador Cláudio Castro lamentou a perda, mas disse que as forças de segurança não recuarão.
O subtenente Figueira deixa esposa e três filhos. O corpo dele será sepultado nesta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade Sulacap. O velório está marcado para começar às 13h. (Leia mais abaixo)
Dos 37 PMs mortos, sete deles estavam em serviço. O Instituto de Segurança Pública (ISP) soma as mortes de agentes de segurança, tanto em serviço, quanto de folga.
Em 2022, foram 47 casos; Em 2023, 58; E em 2024, 54. (Leia mais abaixo)
Fonte: g1