Durante a reunião do Gabinete de Crise na manhã desta segunda-feira (10), o subsecretário de Atenção Básica, Charbell Kury, falou sobre a presença da variante P1.2 em Campos, e do quanto a vigilância genômica, com quase 400 amostras coletadas, vai balizar o impacto dessa nova mutação entre os pacientes na cidade.
Segundo Charbell, a primeira mutação levava a maior transmissão e e a segunda a maior letalidade. Já a variante da variante P1 deixa o vírus mais resistente, mas ainda não há como saber o impacto que a P1.2 pode gerar. (Leia mais abaixo)
“Agora, temos a variante da variante P1, que é um tipo de coronavírus descoberto em Manaus, que tinha duas mutações. A primeira mutação levava a maior transmissão, e a segunda a maior letalidade e por isso tantas mortes de jovens. A variante da P1 vai gerando vírus mais resistentes. Ainda não temos como saber o impacto ainda dele na região. Com a vigilância genômica vamos mapear esses casos, conhecer esses doentes e saber como esse vírus está se comportando”, explicou Charbell.