SMDHS qualifica profissionais para tratar a questão de gêneros

Os precursores foram o assistente social Paulo Junior, e o professor de Ciências Humanas da Diversidade, Rafael França. Diante do sucesso, o projeto terá continuidade neste 2º semestre


  • 15/08/2018 18h18 Foto: Silvana Rust/Comunicação PMCG .
A secretária de Desenvolvimento Humano e Social, Sana Gimenes, recebeu o resultado do projeto de qualificação que discute questões de gênero, sexualidade e direitos LGBT, aplicado aos profissionais vinculados à pasta, no 1º semestre desse ano. Os precursores foram o assistente social Paulo Junior, e o professor de Ciências Humanas da Diversidade, Rafael França. Diante do sucesso, o projeto terá continuidade neste 2º semestre. — Em dezembro do ano passado, o prefeito Rafael Diniz decretou o uso do nome social e reconhecimento da identidade de gênero de travestis e transexuais no âmbito da Administração Pública Municipal Direta e Indireta. Dentro dessa lógica, começamos a compreender a amplitude dos nossos serviços. O Paulo e o Rafael trouxeram um relatório detalhado sobre todos os encontros e as dificuldades enfrentadas. No geral, o resultado foi positivo — destacou Sana. De acordo com o relatório, aproximadamente 150 profissionais, tanto da parte administrativa quanto da parte técnica, participaram dos encontros. “A capacitação é realizada durante o dia com teoria, dinâmica e suporte legal onde é apresentada a legislação referente à questão da diversidade da população LGBT. A receptividade foi acima da expectativa, por esse motivo, o projeto terá seguimento”, disse Rafael França. Esta é a primeira vez que um projeto com esta finalidade é promovido em Campos com o apoio do poder público. Segundo Paulo Junior, a capacitação não é de convencimento. "É um trabalho de política pública, de respeito aos direitos humanos. Vemos que essa população sofre muito com isso e é uma forma de fazer com que os equipamentos públicos estejam minimamente prontos para receber os LGBT", ressaltou. Após cada encontro é feita uma avaliação a fim de identificar o que pode ser melhorado ou colocado em pauta. “As demandas que vimos surgir foram a questão de atendimento psicológico, hormonioterapia e um espaço específico de encaminhamento para esse público”, finalizou Paulo Junior. Fonte: Comunicação PMCG 



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