Sistema do Cidac vai integrar informações dos Conselhos Tutelares


  • 27/06/2017 12h24 | Foto: Divulgação.
A proposta de implantação de um Sistema de Gestão de Processos dos Conselhos Tutelares (SGPCT) foi consolidada nesta segunda-feira (26), durante reunião na sede da Fundação Municipal da Infância e da Juventude (FMIJ). Uma equipe do Centro de Informações e Dados de Campos (Cidac), responsável pela criação do Sistema, apresentou o modelo virtual de armazenamento dos processos e compartilhamento das informações. A nova ferramenta, segundo os conselheiros tutelares, é um sonho antigo da categoria e permitirá maior praticidade e agilidade no desenvolvimento dos trabalhos, além da integração dos cinco Conselhos Tutelares (CTs) de Campos. Atualmente, os processos dos CTs são físicos (armazenados em pastas de papel). Com isso, a consulta aos mesmos fica restrita, já que exige a presença do conselheiro na sede do órgão. Com o SGPCT, todo o conteúdo dos processos e denúncias será armazenado virtualmente e os conselheiros poderão visualizar todos os processos a qualquer momento, utilizando a internet. — A implantação desse Sistema marca uma nova era no atendimento realizado pelos Conselhos Tutelares, porque agiliza o acesso à informação, que é a base do nosso trabalho. Estou há sete anos no Conselho Tutelar e posso falar, sem medo, que o SGPCT é a realização de um sonho antigo nosso — disse o coordenador dos CTs III e IV, Davi Araújo. Testes - Segundo o gerente de projetos do Cidac, Leonardo Gomes Mocaiber, a fase de teste do Sistema será iniciada em breve. “Os conselheiros nos apresentaram sugestões válidas, que serão estudadas e adaptadas ao Sistema. Assim que este trabalho estiver concluído, iniciaremos uma fase de testes para que as equipes manipulem o sistema e façam um treinamento. Nossa equipe dará todo o suporte necessário neste período de transição”, explicou Leonardo. Todos os novos processos feitos a partir da implantação definitiva do SGPCT serão virtuais. A migração dos processos físicos para os digitais se dará aos poucos, à medida que forem consultados pelos conselheiros. Todas as informações dos processos que já estão em andamento serão migradas para o SGPCT. Por se tratar de informações que exigem sigilo, já que envolvem crianças e adolescentes que tiveram seus direitos violados, o Cidac também criou uma estrutura que garante segurança. — A implantação do SGPCT também representará economia, já que com a digitalização dos processos, a impressão de todas as informações trabalhadas se tornará desnecessária. As pastas servirão apenas para arquivar documentos. Todo o resto ficará armazenado no sistema, de forma virtual — disse o analista de sistemas do Cidac, Lucas Manhães. Fonte: Comunicação/PMCG



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