Silas Malafaia e líder do PL na Câmara detonam declaração de Lula sobre evangélicos

Sóstenes afirmou que o petista trata o grupo como 'curral eleitoral'


  • 09/02/2026, 08h27, Foto: Divulgação .

A fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de que "90% dos evangélicos recebem benefícios do governo", gerou críticas da oposição e de líderes religiosos.

O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), afirmou nas redes sociais neste sábado (7) que a esquerda trata os evangélicos como "curral eleitoral". Segundo ele, a declaração do chefe do Executivo revela uma estratégia de uso da máquina pública para fins eleitorais. "A fala de Lula escancara a lógica da esquerda: usar o Estado para tentar comprar consciência e tratar evangélicos como curral eleitoral", escreveu no X (antigo Twitter). (Leia mais abaixo)

No discurso, o presidente mencionou sobre a comunicação dos partidos de esquerda com o eleitorado evangélico."Então o PT precisa ir para a periferia, o PSB tem que ir para a periferia, o PCdoB tem que ir para a periferia e o PDT tem que ir para a periferia. E o povo evangélico? 90% dos evangélicos ganham benefícios do governo. Nós não podemos esperar que um pastor fale bem de nós. Nós temos que ir para lá e conversar", disse Lula. Sóstenes criticou o conteúdo da declaração e afirmou que o petista reduz a fé e o voto a uma relação utilitarista.

"Reduzir fé a benefício é desprezo. Reduzir voto a barganha é cinismo. Reduzir cidadãos a dependentes é autoritarismo disfarçado", afirmou. (Leia mais abaixo)

"Quem precisa trocar dinheiro público por voto teme um povo livre, informado e guiado por valores. E a história mostra: quando o povo acorda, a velha política perde", acrescentou.  



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