Show de Lady Gaga movimentará R$ 600 milhões no Rio, estima prefeitura

Cidade deve ter grandes shows gratuitos em maio pelo menos até 2028


  • 11/04/2025, 16h47, Foto: Divulgação .

A passagem da estrela americana Lady Gaga pela cidade do Rio de Janeiro deve proporcionar à economia carioca a movimentação de R$ 600 milhões. O show gratuito acontece no dia 3 de maio, em pleno feriado prolongado do Dia do Trabalhador, quando são esperadas 1,6 milhão de pessoas nas areias da Praia de Copacabana. (Leia mais abaixo)

Desse público estimado, 240 mil devem ser turistas, sendo 80% estrangeiros e 20% brasileiros. As estimativas fazem parte do estudo Potenciais Impactos Econômicos do Show da Lady Gaga no Rio – 2025, divulgado nesta sexta-feira (11).

O levantamento foi elaborado pela Secretaria municipal de Desenvolvimento Econômico e a Riotur, empresa de promoção ao turismo da prefeitura. (Leia mais abaixo)

A pesquisa aponta que, do turista estrangeiro, é esperado um gasto médio de R$ 590,40 por dia. Já para o turista brasileiro, R$ 515,84. O morador do Rio, que não precisa pagar por hospedagem, gastará R$ 133,60 diários, estima o estudo.

Efeito feriadão Como o show da popstar dona de sucessos como Bad Romance, Poker Face e Born This Way, acontece em um sábado dois dias depois do feriado, a prefeitura estima que os turistas estrangeiros passarão quatro dias na cidade, em média. Já os brasileiros, três dias. (Leia mais abaixo)

Esse período prolongado explica, de acordo com os técnicos, porque a movimentação econômica deve superar em 27,5% o impacto de R$ 469,4 milhões gerado pela cantora Madonna, que e apresentou na mesma praia de Copacabana em 4 de maio do ano passado. Na ocasião, a prefeitura disse que o público foi também de 1,6 milhão de pessoas.

A promessa da prefeitura é que, pelo menos até 2028, sempre haja um grande show gratuito em Copacabana nos meses de maio. O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Osmar Lima, destaca que o evento anual muda a característica do mês. (Leia mais abaixo)

“Movimenta a cidade em um mês antes considerado de baixa temporada: com hotéis cheios e aumento de gastos em bares e restaurantes e no comércio, gerando emprego e renda para a população”, avalia.

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