Os servidores do Banco Central iniciaram nesta quinta-feira (dia 11), uma greve de 24 horas para cobrar reajuste salarial e reestruturação de carreira ao governo federal. De acordo com o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) mais de 70% dos funcionários aderiram à paralisação.
A principal pedida é o reajuste nas tabelas remuneratórias. Os servidores cobram incremento salarial de 36%, parcelado em parcelas entre 2024 e 2026. (Leia mais abaixo)
Além disso, em documento enviado ao governo federal, o sindicato exigiu a criação de uma retribuição salarial por produtividade institucional; exigência de nível superior para o cargo de técnico; mudança do nome do cargo de analista para auditor.
Movimento vai escalar? A próxima etapa da paralisação será a entrega dos cargos comissionados de chefia, em fevereiro, caso as negociações com o governo não avancem, revela o presidente do Sinal, Fábio Faiad.
Faiad avalia que o movimento tem sido positivo e diz que o objetivo da manifestação é gerar um apagão nos serviços prestados pelo banco. Ele ressalta que, por exemplo, a manutenção do Pix pode ser prejudicada.
– Estamos satisfeitos com o resultado de hoje. Contudo, se a omissão do sr. Roberto Campos Neto, presidente do BC, e a intransigência do Governo continuarem, a tendência é a de radicalização do movimento – diz.
Ano novo, pedidos antigos O Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos marcou a terceira rodada da Mesa Específica de Negociação do Banco Central oito de fevereiro, com a promessa de apresentar uma proposta efetiva. Em nota, o Banco Central informou que não comentará a respeito da matéria. (Leia mais abaixo)
Fonte: Extra