Os serviços deram contribuição importante à geração de emprego em 2014. Com abertura de 476,1 mil vagas, evitaram desaceleração maior do saldo geral do cadastro no ano, que passou de 1,1 milhão em 2013 para 396,9 mil, levando em conta a série ajustada.
No semestre, o setor gerou 43,1 mil vagas, contra 386 mil em igual período de 2014. Essa reversão, avalia o banco Fator, reforça a avaliação de que o emprego piora continuamente em 2015, respondendo de forma cada vez mais contundente à recessão.
A instituição ressalta a perda de 64,2 mil empregos na indústria em junho. Apesar do saldo negativo esperado, o tombo foi forte, com demissões nos 12 segmentos. A construção, com 24,1 mil cortes, "completa o quadro de recessão".
De janeiro a junho, o país acumula 345,4 mil demissões líquidas. Em 12 meses, o saldo é negativo em 601,9 mil.