Serviço de Alergia atende 1.200 pacientes

O setor faz não apenas a entrega dos leites, mas também o acompanhamento dos assistidos


sábado, 22 de novembro de 2014     -     Foto: Secom leite-Secom “Estou há quatro meses pegando Pediasure para minha filha e isso tem nos ajudado muito. Estou vendo o resultado na saúde dela. Estamos sendo bem atendidos e já temos nova consulta com nutricionista para o dia 16 de dezembro”. A avaliação é de Lídia Almeida, mãe de Jennifer Almeida, 9 anos. Ela é um dos 1.200 pacientes beneficiados pela Gerência de Nutrição da Secretaria Municipal de Saúde. Desse total, cerca de 800 são crianças, como Jennifer. Em 2008, apenas 500 crianças eram beneficiadas, mas a Secretaria aumentou o número de crianças e adultos atendidos com fórmulas especiais de leites, que são pagos com recursos provenientes dos royalties do petróleo, pois não são garantidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o vice-prefeito e secretário municipal de Saúde, Doutor Chicão, o setor faz não apenas a entrega dos leites, mas também o acompanhamento dos assistidos, com uma equipe médica especializada multiprofissional. São distribuídos, mensalmente, 18 mil frascos de suplementos nutricionais específicos e fórmulas nutricionais especiais infantis. — Nos próximos dias, receberemos novo lote de leites. Desconhecemos que haja outro município do estado que disponha de um programa como o nosso, que não apenas distribui o leite, mas acompanha caso a caso. Outros municípios, como Macaé, até dão, mas apenas por demanda judicial, explicou o vice-prefeito. A dispensação de leites especiais é apenas uma parte do processo realizado pelo Serviço de Alergia e Intolerância Alimentar. A equipe multiprofissional, composta de pediatra, alergista pediátrico, gastropediatra, nutricionista e assistente social, acompanha os pacientes, como informou a gerente do setor, Cristiane Ambrósio. — Beneficiamos pessoas em risco nutricional e com necessidades especiais, pacientes com sonda nasoenteral ou gastrostomia, pacientes acamados com úlcera de decúbito, paciente oncológico em risco nutricional, com Doença de Crown, paciente renal em hemodiálise, crianças com quadros de alergia, intolerância alimentar e enteropatias, entre outras patologias, destacou a nutricionista.



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