
Atualizada às 14h36 - Em razão das fortes chuvas que caíram na região nesta quarta-feira (30), o distrito de Serrinha sofreu fortes consequências deixando famílias desalojadas e causando o desabamento de duas casas. Não há informação de feridos. De acordo com o secretário de Defesa Civil de Campos, Alcemir Pascoutto, a região registrou 341,3 milímetros de chuva em 24 horas. Ele destaca que equipes da Defesa Civil e da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social estão desde as primeiras horas da manhã desta quinta-feira (1º) no local para atender a população. Até o momento, são duas famílias desabrigadas e sete desalojadas no local.
De acordo com o Serviço Meteorológico da Defesa Civil, há previsão de mais chuva volumosa para esta quinta-feira. A Prefeitura de Campos, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social, está dando assistência às famílias e a moradores do local com cestas básicas, água e colchonetes. (Leia mais abaixo)
Na Estrada do Leite, em Serrinha, são duas famílias desabrigadas e sete desalojadas. A Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia colocou a Escola Ambrósio Souza à disposição da comunidade; mas, até o início desta tarde, as famílias que tiveram de abandonar suas casas preferiram ser acolhidas por parentes.
“Pedimos que o cidadão evite ficar em áreas de risco. É necessário que todos fiquem em alerta, para não se colocarem em risco. Vamos também evitar jogar lixo em local inadequado. A Defesa Civil está realizando trabalho de limpeza de valas e canais e as secretarias de Serviços Públicos e de Obras e Infraestrutura realizam limpeza de bueiros e bocas de lobo para que haja o escoamento da água, mas precisamos da colaboração da população”, alerta Pascoutto.
Na terça-feira (29), representantes das secretarias de Obras e Infraestrutura, Defesa Civil, Empresa Municipal de Habitação (EMHAB), Secretaria de Serviços Públicos e Subsecretaria de Limpeza Pública, Praças e Jardins, se reuniram a fim de traçar trabalho em conjunto para minimizar os impactos das chuvas. Um mapeamento, realizado pela Secretaria de Defesa Civil, listou os locais que comumente alagam e precisam de intervenções, na maioria das vezes por obstrução em valas e na rede de drenagem de águas pluviais pelo acúmulo de lixo e vegetação.