Impeachment: acompanhe votaçāo ao vivo

A previsão é que a sessão adentre a madrugada de quinta-feira


11/05/2016   07h12  |   Foto: Divulgação    -     Atualizada às 10h05 Dilma22 Atualizada às 17h44-  Na sessão que analisa a aceitação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), levou à discussão no plenário um requerimento da ala oposicionista para encurtar o tempo de discurso dos senadores na sessão de hoje. No total, 68 se inscreveram para falar, o que indica uma longuíssima sessão do plenário. Apenas após os discursos será iniciada a votação efetiva. Cada senador inscrito tem direito a 15 minutos para falar. Alguns senadores queriam encurtar o tempo para um intervalo de 5 a 10 minutos. Um dos defensores foi o senador Valdir Raupp (PMDB-RO). A proposta, no entanto, logo causou a reação da ala governista. O senador Humberto Costa (PT-PE) diz que encurtar os discursos não seria justo com os inscritos para falar no final. “Eu mesmo me inscrevi para falar no final”, disse. Como não houve consenso entre os senadores, Renan não encaminhou a matéria à votação. Ele não quis assumir a responsabilidade pela decisão de encurtar ou não o tempo. “Não quero adiantar ou atrasar relógio da história”, disse Renan. Apesar disso, ele afirmou que planeja encarrar ainda hoje a deliberação do processo contra Dilma. “É muito importante solução hoje, seja qual for”, disse.   Acompanhe a sessão: Atualizada às 14h38 - Ronaldo Caiado (DEM-GO) é o primeiro senador a discursar no segundo bloco da sessão do Senado que analisa a admissibilidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Cinco senadores dos 68 inscritos já discursaram. A sessão foi reaberta pelo presidente da Casa, Renan Calheiros, perto das 14h30. Atualizada às 11h51 - A sessão de votação do impeachment de Dilma Rousseff (PT) foi interrompida há pouco para seu primeiro intervalo nesta quarta-feira (11). O retorno está previsto para as 13h30, horário de Brasília. Até agora, cinco dos 68 parlamentares inscritos discursaram.

Atualizada às 11h54 -  Primeira a falar na sessão que vai analisar a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a senadora Ana Amélia (PP-RS) defendeu a admissibilidade do processo, o que resultará no afastamento da presidente por 180 dias.

Segundo a senadora, as “pedaladas” fiscais descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e se refletiram na economia real, afetando milhões de brasileiros. Ela mencionou, por exemplo, a explosão dos níveis de desemprego e os problemas no atendimento nos hospitais. A senadora disse que essa era a melhor forma de a população em geral entender o impacto das “pedaladas” na vida cotidiana. Ana Amélia criticou ainda a forma como a votação do impeachment ocorreu na Câmara dos Deputados, no último dia 17. Segundo ela, a forma como os parlamentares apresentaram seus votos foi “inadequada” e “esdrúxula”.
Atualizada às 10h44 - Começou a sessão do Senado Federal que analisará a admissibilidade do processo de impeachment e consequente afastamento da presidente da República, Dilma Rousseff, por 180 dias. A previsão é que a sessão adentre a madrugada de quinta-feira. Cada senador terá 15 minutos para fazer suas considerações – 10 minutos para discursar e cinco para encaminhar o voto. Ao menos 68 senadores estão inscritos para falar e a senadora Ana Amélia (PP-RS) abrirá os trabalhos. A votação será aberta, mas apurada no painel eletrônico. Participarão da votação pelo menos 78 dos 81 senadores. O presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), irá conduzir os trabalhos e não deve votar. Eduardo Braga (PMDB-AM) está licenciado e Delcídio Amaral (sem partido-MS) teve seu mandato cassado hoje. Serão realizados dois intervalos: das 12h às 13h e das 18h às 19h. Pelo planejamento feito por Renan para a sessão, o Advogado-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, e o relator da denúncia contra Dilma na comissão do impeachment, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), serão os últimos a falar. Não haverá orientação de voto dos líderes partidários. Se a maioria simples dos senadores (metade mais um, em quórum de pelo menos 41 parlamentares) votar pelo prosseguimento da denúncia, Dilma será notificada para deixar as funções pelo primeiro-secretário da Mesa do Senado, senador Vicentinho Alves (PR-TO). Dará lugar então ao vice, Michel Temer, que assumirá na condição de presidente interino até que o Senado conclua a análise do processo em até 180 dias. Para o julgamento final, são necessários votos de dois terços dos senadores (54) para a cassação definitiva do mandato.       (Leia mais abaixo)



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