Segurança: parte dos concursados pode ser chamada ainda em 2017


  • 16/10/2017, 15h33, Foto: Divulgação .
Com previsão de pagar o que deve do 13º salário de 2016 nos próximos dias, e de colocar os vencimentos mensais em dia, quitando também as bonificações em atraso, o Estado do Rio já esboça formas de suprir algumas das carências do serviço público. A primeira medida será a convocação, até dezembro, de parte dos concursados para as polícias Civil e Militar. Segundo integrantes do governo, a previsão mais realista considera o ingresso de 500 novos agentes, divididos entre as duas corporações, até o fim deste ano. Os mais otimistas já apostam na convocação de até mil aprovados nas últimas seleções. A urgência maior diz respeito à Polícia Militar. São cerca de quatro mil concursados que aguardam convocação desde a aplicação das provas, em 2014. De lá para cá, muitos tiveram as vidas transformadas pela esperança de assumir um cargo público. — Em conversa com os deputados federais ligados à área de Segurança, o governador Luiz Fernando Pezão deu a previsão de convocar candidatos que aguardam a chamada da Polícia Militar. A intenção seria quitar os salários em atraso do funcionalismo público em outubro, começando a convocação de concursados já em novembro — explicou o deputado federal Marcelo Delaroli (PR), responsável por conseguir R$ 7 milhões em verba federal para o treinamento dos concursados. Na Polícia Civil, 564 papiloscopistas e oficiais de cartório aguardam a chamada. No caso de 96 papiloscopistas, falta apenas a nomeação por parte da Casa Civil. — Os deputados sugerem que aguardemos a chegada do empréstimo que tem como garantia as ações da Cedae — disse Carolina Pagy, uma das concursadas para a Polícia Civil. Procurado, o governador preferiu ser cauteloso ao falar sobre a chamada de aprovados. Ele disse, porém, que convocações poderão acontecer. — Ainda não dá para adiantar. Deixa acertarmos as folhas (de pagamento) primeiro. A convocação de policiais, médicos e professores é considerada excepcional no acordo (de Recuperação Fiscal) — argumentou o governador. Fonte: Extra 



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