Secretário reitera compromisso de Castro: concluir obras da ponte entre SJB e SFI

Secretário fala sobe Ponte da Integração e também anuncia ponte para Cardoso Moreira


  • 1º/09/2021 | 10h53 | Foto: Reprodução.

O secretário estadual de Obras e Infraestrutura , Max Lemos, reiterou a intenção do governador Cláudio Castro em concluir as obras da Ponte da integração que liga três municípios: Campos, São João da Barra e São Francisco de Itabapoana. A afirmação foi dada no programa Jogo do Poder, apresentado pelo jornalista Ricardo Bruno, da TV CNT-Rio.

— O governador vai fazer a ponte. Ela consta do pacote de obras que o governo irá implementar nos próximos meses nesta retomada do crescimento do Estado. Vai custar cerca de R$ 48 milhões.  São 1.300 metros prontos, só faltam 700 metros. O governador já está acelerando a tramitação para superarmos um obstáculo no TCE (Tribunal de Contas do Estado — disse Lemos.   (Leia mais abaixo)

Um vigoroso programa de habitação está incluído na agenda de Castro até 2022, denominado de “Nossa Casa, Nosso Sonho”, com a construção de 10 mil casas populares, além de pontes Norte e Noroeste Fluminense e  viadutos na Baixada Fluminense.

—Em Cardoso Moreira, a cidade sempre enfrenta o problema das enchentes. Há uma ponte que não suporta a saída da população de um lado para o outro, vamos também resolver este problema. Em Bom Jesus do Itabapoana há uma ponte acanhada, precária que liga a cidade a bom Jesus do Norte. Vamos reconstruir uma nova ponte — prometeu Lemos.

Max Lemos lembrou que “desde o governo Carlos Lacerda (governador do antigo estado da Guanabara) o Rio não conta com um programa habitacional no estado”.

  —O Estado do Rio de Janeiro tem um deficit habitacional de 500 mil casas. Vamos enfrentar o problema do desemprego, criando vagas de trabalho, fazendo o dinheiro circulando no comércio e gerando mais ICMS com obras nestes municípios. Até 2022 serão 10 mil casas, depois mais 50 mil — declarou.

O secretário Max Lemos  acrescentou ainda que o Estado vai investir R$ 200 milhões em obras de recuperação de conjuntos habitacionais. “A maioria desses conjuntos está há 40 anos sem reformas, muitos com esgoto correndo pelas paredes”. (Leia mais abaixo)



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