Secretário de Administração e Recursos Humanos visita prédio do CAPS

A visita faz parte do programa de atendimento às necessidades de pessoal e estruturais dos prédios públicos para melhor atendimento à população


  • 05/10/2021, 14h44, Foto: Divulgação.

Seguindo o programa elaborado pela Secretaria de Administração e Recursos Humanos, com o objetivo de conhecer as necessidades estruturais dos prédios públicos e demandas de seus profissionais, o gestor da pasta, Wainer Teixeira, esteve na manhã desta terça-feira (05), visitando o Centro de Atenção Psicossocial Dr. Ari Viana (CAPS). Na ocasião, conheceu o trabalho da equipe multidisciplinar do CAPS e, após conversar com todos, acertou de designar, ainda esta semana, uma equipe da secretaria, para ir ao local a fim de listar as necessidades para dar início às ações.

“Esta é uma ação de Recursos Humanos, tão importante quanto a de relações interpessoais. O profissional precisa ter prazer de trabalhar, para tanto é necessário conhecer o trabalho, o ambiente de trabalho e suas demandas. É uma forma de compreender melhor a ação da assistência. Aqui, em especial, encontramos a necessidade de pessoal para serviços de manutenção e reforma no prédio. Este é o primeiro prédio da Saúde que visitamos. A Secretaria de Administração está dando prioridade na revitalização prédios públicos, minimizando a possibilidade de aluguéis”, esclarece o secretário. (Leia mais abaixo)

CAPS – O Centro de Atenção Psicossocial Dr. Ari Viana, é um CAPS AD, direcionado ao suporte para pessoas que fazem uso indiscriminado de álcool e drogas. O espaço atende cerca de 40 pessoas dia, entre às 8h e 17 h e pode atender outras 24h dia, já que possui oito leitos de acolhimento para pessoas que necessitam permanecer no espaço por mais tempo.

O coordenador do CAPS, Anderson Peçanha Mota, explica que o Centro possui uma equipe com 38 profissionais, entre psiquiatra, psicólogo, técnico de enfermagem, enfermeiro, assistente social e administrativo.

“Trabalhamos com pessoas que nos procuram de forma voluntária. Eles precisam querer o tratamento e entender o que o vício faz na vida dele. A visita de Wainer nos dá a esperança que, em breve, poderemos fazer muito mais pelos que necessitam de ajuda na saúde mental”, disse o coordenador.

“Nosso trabalho é ajudar na saúde mental e inserir o paciente na sociedade. A natureza da nossa assistência é voluntária, diferente da hospitalar, que pode ser involuntária. O primeiro passo é querer, daí damos a mão”, diz a enfermeira do Centro, Vanúzia Fernandes.

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