Se o governador do Rio, Wilson Witzel não mudar de ideia, o transporte intermunicipal urbano e rodoviário de passageiros com destino a capital do Rio de Janeiro, volta operar ainda de forma gradual, a partir do próximo sábado (6). Desde o dia 20 de março, milhares de ônibus das empresas que operam linha ligando a capital as dezenas de cidades do interior com a Região Serrana, Região Sul Fluminense, dos Lagos, Norte e Noroeste Fluminense, bem como cidades da Baixada Fluminense e Região Metropolitana, seguem parados proibidos de circular.
Na tentativa de conter o avanço do novo coronavírus, o governo do estado passou restringir o acesso a cidade do Rio de Janeiro por ônibus que realizam linhas intermunicipais entre a Baixada Fluminense, Região Metropolitana e demais cidades do estado, causando um verdadeiro colapso no transporte, com empresas demitindo funcionários devido ao isolamento social que foi determinado. (Leia mais abaixo)
Aos moradores da Baixada Fluminense, o único meio de transporte para a cidade do Rio de Janeiro, segue sendo o trem, que costuma circula bastante cheios nos principais horários, por conta da demanda de pessoas que trabalham nos serviços essenciais na capital.
Antes da operação intermunicipal, os passageiros, precisaram entrar em contato com as empresas de ônibus que operam linhas em suas cidade e que seguirão viagem para o município do Rio de Janeiro, como forma de saber os horários e novas determinações sanitárias que serão aplicadas no transporte, já que a frota não deverá retornar por completo.
Já os moradores de Niterói, São Gonçalo, Maricá e Rio Bonito, precisam até o momento se deslocar de ônibus até a cidade de Niterói, e de lá embarcar na Estação Araribóia, das Barcas que está no centro da cidade, para que possam seguir para o município do Rio. Os ônibus ainda seguem proibidos até o dia 5 de junho de circularem.
O Governo do Estado ainda não informou que medidas deverão ser tomadas pelas empresas de ônibus que operam linhas intermunicipais ligando cidades até o município do Rio de Janeiro.
Fonte: Revista do Ônibus (Leia mais abaixo)