O surgimento de doenças crônicas na meia-idade não é uma mazela que se restringe ao Brasil. Estudo britânico que acompanha 17 mil pessoas nascidas na Inglaterra, Escócia e no País de Gales divulgou sua última atualização em agosto e os dados foram desanimadores: um em cada três indivíduos perto dos 50 anos era portador de alguma doença crônica e, nesse grupo, 34% tinham duas ou mais enfermidades. Esse é um grande desafio para a longevidade: como viver muito com qualidade? Contornar algumas “armadilhas” que estão à nossa volta pode ser um primeiro passo.
O surgimento de doenças crônicas na meia-idade não é uma mazela que se restringe ao Brasil. Estudo britânico que acompanha 17 mil pessoas nascidas na Inglaterra, Escócia e no País de Gales divulgou sua última atualização em agosto e os dados foram desanimadores: um em cada três indivíduos perto dos 50 anos era portador de alguma doença crônica e, nesse grupo, 34% tinham duas ou mais enfermidades. Esse é um grande desafio para a longevidade: como viver muito com qualidade? Contornar algumas “armadilhas” que estão à nossa volta pode ser um primeiro passo. (Leia mais abaixo)
O segundo estudo, divulgado pela Sociedade Europeia de Cardiologia, apontou que aproximadamente 10% dos novos casos de doença coronariana ocorridos no intervalo de uma década, a partir da meia-idade, poderiam ser evitados se fosse corrigida a deficiência de ferro que os pacientes apresentavam. O levantamento contou com mais de 12 mil pessoas, com idade média de 59 anos, sendo 55% delas mulheres, e mostra como é importante manter uma alimentação saudável e fazer exames regularmente. Aliás, eleja o feijão como um dos grandes aliados da sua dieta!
Por fim, mas igualmente relevante: de acordo com a revista científica da American Heart Association, a exposição à poluição e a ruídos faz mal para o coração. O artigo detalha pesquisa que acompanhou, durante 20 anos, cerca de 22 mil enfermeiras dinamarquesas acima dos 44 anos, avaliando o impacto dessas variáveis ambientais na saúde. “Ficamos surpresos como os dois fatores ambientais, a poluição atmosférica e o barulho das ruas, interagiram. A poluição tem mais peso na incidência de falência coronariana, mas as mulheres expostas aos dois fatores foram as que apresentaram maior incidência do problema”, disse Youn-Hee Lim, autor sênior do estudo e professor da University of Copenhagen.
Fonte: G1