Resultado de leitura e escrita melhora, e Brasil tem 59% das crianças alfabetizadas em 2024

As informações do Indicador Criança Alfabetizada foram apresentadas pelo ministro da Educação, Camilo Santana, e pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa)


  • 12/07/2025, 10h48, Foto: Divulgação .

O governo Lula (PT) divulgou nesta sexta-feira (11) dados de uma avaliação que indica um percentual de 59,2% de crianças alfabetizadas em 2024 no país. Isso representa uma alta com relação a dados do ano anterior, quando esse índice foi de 56%.

As informações do Indicador Criança Alfabetizada foram apresentadas pelo ministro da Educação, Camilo Santana, e pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa) na sede do MEC (Ministério da Educação). (Leia mais abaixo)

A meta estabelecida pelo MEC era atingir 60% de alunos da rede pública alfabetizados. De acordo com o ministro, a situação de calamidade no Rio Grande do Sul, com as enchentes que atingiram o estado em 2024, impactaram os dados educacionais. Os índices no RS caíram de 63,4% para 44,7% entre 2023 e 2024.

"A primeira média nacional foi muito impactada pelas condições do governo do Sul. Nós vamos agora arregaçar as mangas, todo mundo trabalhando, focando nos seus territórios. Vamos fazer a avaliação agora, outubro, novembro desse ano, e poder alcançar a média, que esse ano vai para 64%", disse Camilo. (Leia mais abaixo)

Essa é uma avaliação criada em 2023 e reúne resultados de provas realizadas com alunos do 2º ano do ensino fundamental pelos governos estaduais e aplicadas também nos municípios. Os dados foram parametrizados para serem comparados à avaliação federal tradicional, o Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica), que ocorre a cada dois anos.

O estado de São Paulo evoluiu, de 51,91% para 58,13% de crianças alfabetizadas, mas ficou abaixo da média nacional. (Leia mais abaixo)

Esses dados levam em conta alunos de redes municipais e estaduais. Ao todo, 11 estados atingiram suas metas de alfabetização, que variam conforme cada unidade federativa. Além do RS, houve queda nos índices do Amazonas, Bahia, Paraná, Rondônia e Pará.

Rondônia foi o único estado a não ter dados. Segundo os integrantes da pasta, o vasto número de escolas em território indígena dificultou a aplicação da avaliação por barreiras físicas e de idioma. (Leia mais abaixo)



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