Recadastramento de bandas traça a realidade dos músicos


04/02/2017     15h07      |    Foto: Comunicação PMCG Em 18 dias, a Superintendência de Entretenimento e Lazer realizou, dentro do programa de cadastramento de bandas, 230 atendimentos, sendo 120 concluídos com todos os documentos entregues. O superintendente adjunto, Fabiano Gomes, ressalta a importância do procedimento que pode ser feito no Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (Cepop) de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h. — As bandas somente serão contratadas desde que tenham representação em uma única empresa. Isso é uma recomendação do Tribunal de Contas. Nossa proposta é organizar o setor e realizar as contratações dentro das exigências legais — ressalta Fabiano, que informa ainda que o cadastro é por tempo indeterminado. Fabiano Gomes explica que, dentro desse processo de organização do setor artístico, haverá palestras em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) previstas para acontecerem no mês de março, próximo. Os participantes vão receber instruções sobre como abrir uma empresa. Nesta sexta-feira (3), o empresário Washington Campos, proprietário da Lubanco Produções, esteve no Cepop para conhecer o programa de cadastramento. — É um processo que deveria ter sido feito há muito tempo. O cadastro vai traçar realmente a realidade dos músicos em Campos. A gente vê muita banda só com nome de banda, e às vezes é formada por músicos de outras bandas. Isso tem que acabar. A gente está aqui para ofertar um trabalho de qualidade que também dê uma contrapartida que aonde a gente for tocar a comunidade fique satisfeita com aquele show. Todo mundo precisa trabalhar e precisa divulgar o seu trabalho. O papel da empresa não é só tirar uma nota, ela faz muito mais — disse Washington. No cadastro, as bandas precisam informar nome, número de identidade e CPF de cada um dos integrantes. Fonte: Comunicação PMCG



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