A Prefeitura de Campos, por meio do programa Movimento é Vida/Esporte é Vida, realiza atividades de psicomotricidade no solo, na sede do Movimento é Vida/Esporte é Vida, na Fundação Municipal de Esportes (FME), onde são atendidas cerca de 50 crianças portadoras do Transtorno do Espectro Autista (TEA), com idades entre 4 e 8 anos.
A coordenadora Patrícia Gaudard conta como são desenvolvidas as aulas. “Os alunos precisam de um grande suporte, então, direcionamos o máximo possível. Alguns têm um grau mais leve de suporte, outros não. Todos os nossos alunos aqui são portadores de TEA”, explicou. (Leia mais abaixo)
A dona de casa Naiara Freitas Nunes, de 36 anos, leva o seu filho, Bryan Nunes Machado, de 5 anos, portador do TEA, com nível 1 de suporte, ao projeto há cerca de três meses e conta que já nota evolução do filho. “Ele melhorou muito, tanto na qualidade de vida, quanto no desenvolvimento motor. Ele agora está obedecendo aos comandos, se desenvolveu bastante. Estou gostando muito”, afirmou.
Além da psicomotricidade no solo, o projeto oferece aulas de psicomotricidade aquática, com atividades realizadas na piscina, por meio de uma parceria realizada com a Universidade Estácio de Sá.
Ao todo, os projetos de psicomotricidade no solo e aquática, oferecidos pela Prefeitura por meio do Movimento é Vida/Esporte é Vida, atendem cerca de 80 crianças portadoras do Transtorno do Espectro Autista (TEA). O projeto tem como objetivo promover o desenvolvimento das habilidades cognitivas, motoras, afetivas, sociais e comportamentais das crianças.