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Programa estadual realiza 1º transplante cardíaco de 2019

Este ano, a expectativa é de que o número de transplantes cresça até 15%

10/02/2019 09h14 Foto: Divulgação

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A equipe do Programa Estadual de Transplantes (PET), da Secretaria de Saúde, realizou, na semana passada, o primeiro transplante cardíaco de 2019. O receptor, de 21 anos, sofria de miocardiopatia dilatada e foi operado no Instituto Nacional de Cardiologia, em Laranjeiras. A cada ano, o número de transplantes feitos pelo PET aumenta no Rio de Janeiro. Em 2017, foram 642. Em 2018, 723, sendo 23 só de coração. Este ano, a expectativa é de que o número de procedimentos cresça até 15%.


Para o coordenador do programa, Gabriel Teixeira, o PET vem, a cada ano, batendo recordes no número de transplantes por conta do trabalho desenvolvido nos hospitais pelas equipes envolvidas no processo.


– Temos comissões de profissionais dentro de várias unidades do Estado dedicados à questão da doação, e faz uma grande diferença para conseguir mais doadores. Idealmente, o processo começa com o acolhimento da família do possível doador assim que este chega ao hospital: se acontecer o pior, eles terão mais facilidade de assimilar a situação. O cuidado integral, na ponta, faz muita diferença. A gente tem uma rede de doação de transplante, com as comissões, ou uma cobertura mais regionalizada, que são as Organizações de Procura de Órgãos (OPOs), que dão suporte a um grupo de hospitais em determinadas regiões. E do ponto de vista logístico, como transporte e comunicação, não há nada que nos atrapalhe – explicou Teixeira.


Pela Legislação Brasileira, não existe nenhum documento que garanta, em 100%, que um declarado doador tenha seus órgãos e tecidos doados após sua morte. A palavra final é sempre dos familiares. Mesmo assim, a pessoa que tem essa intenção pode registrar de diversas maneiras que é um doador, o que ajuda na decisão dos familiares. Na plataforma Doe+Vida, criada pelo PET, a pessoa preenche um cadastro e ainda pode imprimir um cartão indicando que ela é doadora de órgãos e tecidos.


Fonte: Imprensa RJ

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