Professores da Uenf lançam livros nesta terça, na ACL

Em suas obras, pesquisadores abordam as temáticas do funk para além da festa, o combate ao tráfico de drogas e o armamentismo


  • 06/12/2021, 19h34, Foto: Divulgação.

 

O Núcleo Cidade, Cultura e Conflito (NUC) da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF) vai lançar quatro livros publicados por pesquisadores da Universidade, na Academia Campista de Letras, nesta terça-feira (07), a partir das 19 horas. . (Leia mais abaixo)

Na ocasião serão lançados “Funk para além da festa: disputas simbólicas e práticas culturais no Rio de Janeiro”, de Luciane Silva, professora da UENF, pesquisadora, orientadora dos trabalhos de pesquisa e coordenadora do NUC; “Descalços e pés de chinelo: sobre tráfico de drogas e controle penal”, escrito por Tiago Abud em parceria com Antonio Filho; “Armas para quem? A busca por armas de fogo”, escrito por Roberto Uchoa, e “Mais Vozes, vol. 1 é uma antologia fruto do Concurso de Contos & Crônicas da Editora InVerso”, com participação de Eliz Rosa. .

Segundo Luciane, o trabalho de pesquisa que resultou no seu primeiro livro foi iniciado há 16 anos em favelas do Rio de Janeiro e é uma oportunidade de discussão sobre os bailes funk e a segurança pública.

“Iniciei o livro como uma possibilidade de discutir o direito à cidade, o direito à festa. O meu motivo é repensar o direito à alegria em cidades tão inseguras. É uma obra contra o medo. Foi o meu tema da pesquisa de doutorado, porque desde 2005 eu comecei a fazer pesquisa de campo nas favelas do Rio, como a Vila do João, Complexo da Maré, Rocinha e Acari”, completou.

Luciane ainda destacou a importância da atuação do Núcleo, mesmo após o corte de recursos para a ciência por parte do governo federal.

“Esse lançamento coletivo é importante para a UENF. Minha alegria é poder divulgar o NUC, porque mesmo com o corte de recursos para a ciência e com a diminuição das bolsas, a instituição continua sendo uma universidade de excelência, com quatro livros lançados por pesquisadores. Isso demonstra a vitalidade da produção acadêmica da UENF”, finalizou. (Leia mais abaixo)

 



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