Procon aponta aumento no preço dos brinquedos

Pesquisa de mercado: preços são livres e possuem grandes diferenças


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014    -   Foto: Divulgação brinquedos-sao-paulo (1)O Procon/Campos elaborou a 1ª pesquisa com os preços de brinquedos feitas no município. A pesquisa foi realizada entre os dias 09 e 10 de dezembro em cinco lojas da cidade. Nessa pesquisa foi identificada diferença de preços de até 200% de um mesmo produto em estabelecimentos diferentes. O objetivo é conscientizar a população campista a fazer sempre uma boa pesquisa de mercado, pois os preços são livres e possuem grandes diferenças.  O consumidor que for mais atento e tiver disponibilidade de tempo vai fazer uma boa compra e pagar menos. De acordo com a secretária do Procon/Campos, Dr.ª Rosangela Tavares quanto mais informada a população maior será  a consciência de seus direitos e deveres. “Buscamos durante todo o ano levar aos nossos munícipes uma grande gama de pesquisas, com os mais variados produtos. Como não existe tabelamento de preços, somente com uma boa pesquisa é que o consumidor poderá se defender de eventuais abusos. Nosso papel de informar e conscientizar a população é seguido com determinação e profissionalismo”, destaca Dr.ª Rosangela Tavares. A diretoria de educação e pesquisas do órgão também elencou diversos cuidados que os pais devem ter antes de finalizar qualquer compra. Lembrando sempre que o consumidor deve exigir a nota fiscal e o manual de funcionamento dos produtos.  Os brinquedos são produtos de certificação compulsória, têm obrigatoriamente que passar por um processo de avaliação e certificação. Por isso, a logomarca do INMETRO é obrigatória ao lado do organismo certificador. Produtos sem o selo são perigosos porque não têm nenhuma garantia de qualidade e podem oferecer risco à saúde e também são ilegais. Por isso, as embalagens devem trazer: - informações como idade a que se destina; - instruções de uso; - número de peças e o que poderá causar se for usado de maneira inadequada. - se há alguma substância tóxica nos componentes - Se o brinquedo tem pontas ou articulações que possam machucar. Em caso de acidente com a utilização ou manuseio do brinquedo, em razão de defeito, somente o fabricante ou importador poderá ser responsabilizado. O comerciante só responderá se os primeiros não puderem ser identificados. Nesse caso, o prazo para o consumidor reclamar é de cinco anos a contar do acidente. Atenção! Evite brinquedos: - Com partes pontiagudas, cantos afilados, quinas ou arestas cortantes - Com cordões superiores a 30 cm - Com peças pequenas que as crianças possam engolir - Com aberturas que possam prender os dedos - Cuja base seja de material inflamável - Com voltagem superior a 36 volts - Com materiais que incluam vidros ou que se quebrem facilmente - Com materiais tóxicos ou que soltem tintas - Com cheiro e formas que imitem alimentos conhecidos. Produtos comercializados por vendedores ambulantes, em geral são mais baratos, mas costumam trazer riscos à saúde e a segurança da criança, pois podem não estar de acordo com as normas e regulamentos técnicos. Os brinquedos importados seguem as mesmas regras dos nacionais e tem que estar com as informações traduzidas para o português, portanto não estão livres da determinação do Código de Defesa do Consumidor.  



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