Reconstrução da mama para pacientes oncológicos


sexta-feira, 7 de março de 2014    -    Foto: Rogério Azevedo/Secom

A prefeitura contratualizou 5 cirurgias/mês em cada uma das unidades, totalizando 15 cirurgias/mês (Leia mais abaixo)

Capturar A mão da jovem Milena de 18 anos, Ana Paula Teixeira, disse que a filha está se recuperando muito bem.

Ele afirma que a prefeitura contratualizou 5 cirurgias/mês em cada uma das unidades, totalizando 15 cirurgias/mês. O Sistema Único de Saúde (SUS) subfinancia o serviço, impossibilitando a realização do mesmo de forma integral. Ele explica que essas unidades estão credenciadas para realizarem o serviço, por terem Unidades de Assistência de Alta Complexidade (Unacon). A medida faz parte do Plano de Governo da Prefeita Rosinha Garotinho.

- O valor pago pelo SUS não cobre nem os gastos com a equipe médica mas, a partir de agora, com o aporte financeiro garantido pela Prefeitura, por meio dos royalties do petróleo, o serviço começou a ser garantido. Isso significa que as pacientes encontrarão mais facilidade no acesso a cirurgias de reconstrução mamária, que poderão ser feitas de imediato, junto com a mastectomia, se o tratamento oncológico permitir – disse o vice-prefeito.

Incentivo da prefeitura torna procedimento viável - O cirurgião plástico do HBP, Thiago Rocha Pimentel, explica que, quando não for possível fazer a reconstrução mamária imediata, será feita a reconstrução tardia, ou seja, alguns meses depois. “As condições que o SUS oferece são inviáveis, não garantem estrutura, material, as próprias próteses e os honorários médicos, o que não tornava o serviço atraente do ponto de vista médico-hospitalar. Esse incentivo da Prefeitura torna o procedimento viável”, destacou o médico.

Milena Ribeiro, 18 anos, descobriu um tumor há um ano e fez a reconstrução mamária no mesmo procedimento da mastectomia. “Minha filha está se recuperando muito bem e de forma rápida. Ela tinha um tumor gigante e descobriu no CRTCA 1 (Centro de Referência e Tratamento da Criança e do Adolescente), quando estava amamentando minha neta. O diagnóstico também foi muito bom. Estamos satisfeitas”, concluiu Ana Paula Teixeira, mãe da jovem.



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