Prefeitura comemora o 1º ano das aulas de equoterapia

A terapia com cavalos é disponibilizada no Asilo Nossa Senhora do Carmo por meio do projeto Movimento é Vida/Esporte é Vida


  • 21/09/2024, 09h24, Foto: Divulgação.

A Prefeitura, por meio do projeto Movimento é Vida/Esporte é Vida, comemorou nesta sexta-feira (20) o primeiro ano de implantação das aulas de equoterapia, reunindo pais, crianças e jovens para uma confraternização. O encontro aconteceu no Asilo Nossa Senhora do Carmo, onde as atividades são realizadas às segundas, quartas e sextas-feiras, das 9h às 12h e das 14h30 às 17h.

A terapia com cavalos auxilia no tratamento de pessoas com deficiência física ou intelectual, como Síndrome de Down, paralisia cerebral, deficiências múltiplas e autismo. O professor e fisioterapeuta Thiago Coelho dos Santos, um dos responsáveis pela equoterapia, explicou que, durante as atividades, são trabalhadas a traumo ortopedia e a neurologia. (Leia mais abaixo)

“A importância da terapia para as crianças que andam e que conseguem se locomover sozinhas é a socialização, os estímulos sensoriais e a interação com os animais e com os demais colegas. Para aqueles que têm algum tipo de deficiência, que não sentam, por exemplo, temos um ganho enorme de controle do tronco e da cabeça. Em cima de um cavalo, elas têm que trabalhar certas cadeias musculares e partes do cérebro que não costumam usar de outras formas”, disse Thiago.

Moradora no Parque Aurora, Lívia Pacheco Pereira, 35 anos, está satisfeita com o desenvolvimento dos filhos, Pietro, de 7 anos, e Liz, de 5 anos, portadores do Transtorno do Espectro Autista (TEA), após as aulas de equoterapia. “Eles iniciaram as atividades há cinco meses e, nos primeiros dias, chegaram a ficar com medo do cavalo, principalmente o Pietro, mas hoje se alegram quando tem aula”.

O coordenador do Movimento é Vida/Esporte é Vida, Cristiano Nicolau, afirmou que é gratificante ver a evolução das 36 crianças e jovens inscritos no projeto. “Temos muitas crianças que não ficavam nem sentadas quando chegaram aqui. Hoje, elas chegam e logo abrem um sorriso para os profissionais que as acompanham. É emocionante”.



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