
Nesta quarta-feira (19), o prefeito Rafael Diniz e a vice-prefeita Conceição SantAnna entregaram aos moradores do distrito de Guarus, o segundo Polo do Projeto do Paraesporte, que vai funcionar na Vila Olímpica Lulu Beda, no Jardim Carioca. O projeto da Fundação Municipal de Esportes (FME), neste segundo polo, vai oferecer, inicialmente, 200 vagas para pessoas com deficiências em aulas de iniciação desportiva, natação, capoeira e tênis de quadra. Segundo Diniz, ampliar o atendimento às pessoas com deficiência e melhorar as condições de vida dos familiares são compromissos do Governo.
— É com muita alegria que estou aqui inaugurando mais este polo do Paraesporte, que vem mudando a vida das pessoas que até então viviam à margem da sociedade em Campos, sem uma política de atendimento voltada para eles. E em seis meses de governo, apesar de todas as dificuldades que recebemos o Município, com rombo nos cofres, estamos trabalhando para defender e apoiar os mais necessitados — destacou o prefeito Rafael Diniz.
Os responsáveis interessados em matricular seus filhos devem procurar a Vila Olímpica Lulu Beda, no Jardim Carioca, (Rua Professora Carmem Carneiro, 02, Jardim Carioca) ou a Fundação (Rua dos Goytacazes, 499, Centro), de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Em seis meses, a Fundação conseguiu ampliar o número de atendimento em mais de 1000%, atingindo a marca de 11 mil, entre a sede da FME, as seis Vilas Olímpicas e em parcerias fechadas com Apae, Apoe, Apape e o Educandário São José Operário.
— Tudo que eu puder fazer pela inclusão social em nossa cidade nossa equipe de Governo irá fazer. Porque eu não trabalho sozinho e conto com o apoio da minha equipe. E peço a compressão e paciência à população para reconstruir a cidade. Recebemos uma cidade com muitos problemas, o que me leva a tomar decisões que não gostaria de tomar, mas necessárias para poder reerguer Campos — concluiu Diniz acompanhado do presidente da FME, Raphael Thuin.
A dona de casa Camilla Gomes de Oliveira Gonçalves, mãe da pequena Maria Clara Gomes, 6 anos, uma das integrantes do grupo de Dança do Paraesporte, destacou que desde que sua filha começou a fazer as aulas, a vida delas mudou.
— Minha filha está mais alegre e participativa e isso reflete na alegria de toda a nossa família. Ela é cadeirante e achava que não podia dançar. Hoje, uma de suas alegrias é vir para os eventos e dançar — concluiu emocionada Camilla.
Fonte: Comunicação PMCG