Preços de carros usados sobem até 21,44% no ano

Carros usados modelo 2011 é o grupo que mais subiu de preço no acumulado do ano, segundo a KBB


  • 17/11/2021, 17h50, Foto: Divulgação .

A tendência de aumento de preços dos carros usados ganhou mais força em outubro. É o que mostram os dados do Monitor de Variação de Preços da KBB Brasil, empresa especializada em pesquisa de preços de veículos.

Segundo o levantamento, os carros seminovos tiveram variação de 1,67% no mês passado, enquanto os usados mais velhos subiram 2,21%, em média. (Leia mais abaixo)

Carros usados No segmento dos veículos com 4 a 10 anos de uso, o ano modelo 2015 é o que mais se destaca por ter obtido a maior variação média em outubro, com 2,67%, enquanto os 2013 ficaram na outra ponta, variando 1,38%.

No acumulado entre janeiro e novembro, a variação média deste grupo já passa dos 19%.

Variação média de preços dos carros usados (de 4 a 10 anos de uso)

Ano modelo  Setembro  Outubro  Média mensal em 2020  Acumulado 2021  Média 1,58% 2,21% 0,16% 19,09% 2017 2,53% 2,22% 0,05% 18,47% 2016 1,67% 2,60% 0,14% 16,95% 2015 1,71% 2,67% 0,13% 19,43% 2014 1,35% 2,01% 0,02% 17,81% 2013 1,26% 1,38% 0,21% 18,67% 2012 0,72% 2,04% 0,32% 19,97% 2011 0,94% 2,40% 0,23% 21,44% Carros seminovos Entre os seminovos, quem mais puxou a alta nos preços foram os veículos na casa dos 3 anos de uso, ano modelo 2018, que oscilaram em 2,36% em média no mês passado.

A variação média dos carros seminovos está perto dos 13%, contando o período de janeiro deste ano até hoje. (Leia mais abaixo)

Variação média de preços dos carros seminovos (de 0 a 3 anos de uso)

Ano modelo  Setembro  Outubro  Média mensal em 2020  Acumulado 2021  Média 0,97% 1,67% 0,38% 12,79% 2021 0,56% 1,52% 0,62% 9,88% 2020 0,76% 0,61% 0,71% 8,91% 2019 1,23% 2,25% 0,21% 15,23% 2018 1,33% 2,36% 0,14% 17,23% Carros 0 km Já no caso dos veículos novos, a variação média de outubro ficou em um patamar menor do que a dos outros segmentos de usados. Porém representou um passo significativo em relação a setembro ao fechar em 1,38% de acréscimo.

*Fonte: Exame 



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