Preço do remédio dispara: reajuste de 12,5%

ARTIGO


02/04/2016     07hh45  SULEDIL-CAPASuledil Bernadino_____________ (*)Secretário de Controle Orçamentário e Auditoria Vivemos em um país onde os governos investem pouco em educação e prevenção em saúde. Pouca educação nestas áreas gera cidadãos sem alimentares corretos, manutenção adequada dos locais de trabalho e moradia, que devem estar sempre limpos, além de hábitos de higiene pessoal regulares. Isso contribui muito para a geração de milhares de brasileiros com problemas de saúde. Não há uma família que não tenha que gastar parte da sua renda na aquisição permanente de remédios. Esta semana, o governo autorizou um reajuste de 12,5% nos preços dos medicamentos. Para quem já se encontra desempregado ou com redução da renda fica cada vez mais difícil adquirir medicamentos para tentar a recuperar a saúde. A situação só não é pior porque, no passado, quebrou-se a patente dos grandes laboratórios e foram implantadas medidas para produção de medicamentos genéricos e essa produção é, altamente, fiscalizada pela Agência Nacional de Saúde, onde o cidadão deixou de comprar pela “marca” para adquirir o que interessa, que são os princípios  ativos. Lamentamos que o governador Pezão tenha fechado as farmácias populares, criadas pelo então governador Garotinho,   para atender as pessoas da terceira idade, que são as que mais utilizam de remédios para tratamento de saúde. O preço do remédio tem um componente derivado da importação de insumos básicos para a indústria farmacêutica. Com a crise do real e a elevação do dólar, não sobra outra alternativa, senão o aumento de preço, que acontece em um péssimo momento em que vive o povo brasileiro. Portanto, devemos seguir aquele velho ditado: É melhor prevenir, do que remediar”,  fazendo uma boa caminhada, praticando esportes, procurando melhorar os hábitos alimentares e cuidando da higiene pessoal, que não faz mal a ninguém.



fique bem informado