Na região onde ainda é retirada uma boa parte do petróleo produzido no Brasil, o preço da gasolina continua sendo um dos mais caros do país, já passando de R$ 7,00 em alguns postos de combustíveis. Na Baixada Campista, o litro do combustível chegou a R$ 7,26 num estabelecimento na RJ-216, a Campos-Farol. A evolução dos preços dos combustíveis se deu de forma significativa e espantosa este ano. Em fevereiro, o Campos 24 Horas produzia matéria informando que valor médio do litro da gasolina comum no município estava em R$ 5,20.
Também em São João da Barra, os preços da gasolina extrapolaram os R$ 7,00. Um posto na BR-356, em Cajueiro, afixava o litro do produto a R$ 7,43. (Leia mais abaixo)
Em Macaé, o preço médio nos últimos 15 dias foi de R$ 7.144 no mesmo período; o menor preço, R$ 7,100; e o maior, R$ 7,199.
No período entre 10/10/2021 a 16/10/2021, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) fez um levantamento dos preços em 18 postos de revenda em Campos.
Na área central, a pesquisa da ANP apurou que o custo da gasolina a registrava preço maior num posto da Rua Gumercindo de Freitas, no Parque São Caetano, R$ 6,99. A pesquisa foi realizada no último dia 14/10.
O preço médio nos últimos 15 dias em Campos foi de R$ 6.975. O menor preço, R$ 6.682; o maior preço: R$ 7.299
Já em 09/07, o site divulgava que, em boa parte dos postos de combustíveis de Campos, o valor do litro da gasolina já saltava para R$ 6,29. (Leia mais abaixo)
Um levantamento de preços da (ANP) realizado também na semana de 10 a 16 de outubro mostrou que o litro da gasolina mais caro do país é cobrado na cidade gaúcha de Bagé: R$ 7,49. O mais barato foi encontrado em Cotia, na região metropolitana de São Paulo, por R$5,29.
A gasolina do Brasil também está entre as 100 mais caras do mundo. O preço do litro do combustível no país é o 90º mais alto do mundo. O custo médio do produto nos postos brasileiros está em R$ 6,321.
A informação é do Global Petrol Prices, serviço que monitora semanalmente os preços de combustíveis e energia em 168 países com base em indicadores oficiais.
Como a produção de gasolina nas refinarias brasileiras atende apenas cerca de 85% da demanda, a diferença vem do exterior, e essa defasagem tem feito com que o produto tenha sido trazido quase que exclusivamente pela Petrobras.
Na última segunda-feira (19), a estatal informou que não poderá atender a todos os pedidos de fornecimento de combustíveis para novembro. Eles teriam sido feitos pelas distribuidoras acima da média habitual para o padrão. No entanto, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) emitiu uma nota, na qual nega que haja indicação de desabastecimento no mercado nacional de combustíveis. “A ANP segue realizando o monitoramento da cadeia de abastecimento e adotará, caso necessário, as providências cabíveis para mitigar desvios e reduzir riscos.” (Leia mais abaixo)