
O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) aceitou, nesta segunda-feira, por um placar de 4 a 3, o registro de candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) ao Senado. A petista era alvo de dez impugnações que alegavam que ela estava inelegível por oito anos em virtude do impeachment sofrido em 2016.
As impugnações foram apresentadas pelo Partido Novo e por alguns candidatos a deputado estadual e federal, entre eles, a deputada federal Danielle Dytz da Cunha (MDB), filha do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, preso pela Operação Lava Jato. Os impugnantes argumentavam que a manutenção dos direitos políticos “viola frontalmente a Constituição” e que a “indissociabilidade” das sanções foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
(Veja)