Em meio ao emaranhado de cabos e fios de várias empresas nos postes, os técnicos de algumas empresas de telecomunicações, ao instalar novos cabos ou fazer substituição de cabos antigos de internet, num ato de irresponsabilidade, cortam os fios elétricos que alimentam as luminárias do sistema de iluminação pública e até mesmo soltam uma das cintas de fixação de isolador das luminárias para facilitar a fixação dos cabos de transmissão de dados (internet) das empresas de telecomunicações. Além de deixar a luminária sem acender, pode resultar na queda do braço de iluminação junto com a luminária e, caso atinja um pedestre ou veículo, pode resultar em graves lesões ou mesmo a morte.
De acordo com o subsecretário de Iluminação Pública, Adriano Manhas, “as intervenções indevidas nos equipamentos que formam os ativos do sistema de iluminação pública decorrem do fato que os postes estão congestionados de cabos, situação que leva os funcionários das empresas de telecomunicações a direcionar os cabos de telefonia e da transmissão de dados (internet e outros) para junto dos equipamentos do sistema de iluminação pública, causando indução elétrica no cabeamento dessas empresas de telecomunicações”. (Leia mais abaixo)
Adriano Manhas, que acrescenta: “Dessa forma, para que os reatores são do sistema de iluminação pública, são desativados indevidamente pelos técnicos das empresas de telecomunicações, que ao cortar os fios das luminárias, deixando diversos pontos de luz sem energia e, consequentemente permanece apagado.
PROVIDÊNCIAS JUNTO À ENEL Como os postes são de domínio da Enel, empresa que tem a responsabilidade sobre o uso dos postes, para evitar tais prejuízos e transtornos à população, a Secretaria de Serviços Públicos e a Subsecretaria de Iluminação Pública, emitiu, em conjunto, ofício à Enel com termo circunstanciado do que vem ocorrendo, e pede providências. Os ativos de iluminação pública só podem sofrer intervenção de Empresa especializada com profissionais qualificados com certificação em NR10, SEP, NR 35 e outros, devidamente autorizada pela Municipalidade.