PM que matou taxista alega que ele e sua esposa foram agredidos

Soldado da Polícia Militar se entrega à Polícia Civil, mas não fica preso


  • 21/03/2018 20h05 Foto: Campos 24 Horas.
O soldado da Polícia Militar Abraão Douglas Peixoto Terra(na foto acima com uniforme da PM) se apresentou à polícia nesta terça-feira(20). Ele é suspeito de matar o taxista Bruno Rangel Monteiro, de 30 anos, no final da tarde do ultimo domingo(18), em frente ao Parque de Exposição na Pecuária, onde estava sendo realizado um show funk. O militar chegou a 134ª DP/Centro acompanhado de um advogado e apresentou sua versão para ter atirado. O delegado Geraldo Rangel, titular na 134ª DP/Centro, informou que o militar foi liberado após prestar depoimento, visto que se apresentou de forma espontânea. O militar alegou que ele e sua esposa foram agredidos durante uma briga, da qual o taxista Bruno participou. O motivo pelo qual houve a briga não foi revelado pela Polícia Civil. O soldado é morador de Campos, mas trabalha em uma Unidade de Polícia Pacificadora(UPP), na área do 3º BPM/Meier. O policial também entregou a arma com a qual atirou. CARRETA/PROTESTO Um protesto pela elucidação di assassinato do taxista Bruno Rangel, 30 anos, foi realizado na última segunda-feira (19) pelos seus colegas de profissão, através de uma carreata pelas principais ruas de Campos. Além do protesto pela morte, os taxistas também pediam celeridade nas investigações policiais. A carreata teve início na Avenida XV de Novembro, próximo a Praça Quatro Jornadas. Depois seguiram pela Rua Barão de Cotegipe, Rua João Pessoa, Rua Lacerda Sobrinho, retornaram pela Praça São Salvador, Avenida Alberto Torres e Rua Barão de Miracema, até à 134ª Delegacia Legal (DL/Centro). Depois, os táxis foram até o Instituto Médico Legal (IML) e transitaram pelas ruas da cidade em forma de cortejo para velório e sepultamento no Campo da Paz. (Atualização às 10h47 de 22/03/2018 para acrescentar informações)



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