


(Veja vídeos ao final das informações) - “Tenho um documento onde todos pedem a volta da integração, desde que com estações decentes e dignas para atender a população. A divergência entre eles é o local das estações", disse o prefeito Wladimir Garotinho em suas redes sociais nesta segunda-feira (24), após protestos de permissionários de vans do Setor F e C, com o fechamento da Avenida José Alves de Azevedo, na altura do viaduto Leonel Brizola, mais conhecida como ponte Rosinha Garotinho, no Centro de Campos. Os Terminais da Integração já foram chamados de 'terminais da vergonha' no governo Rafael Diniz, em razão de não oferecem uma estrutura digna para os usuários do transporte coletivo, e foram desativados no início do governo Wladimir, em janeiro de 2021.
Por volta das 18h, os manifestantes retornaram para avenida, porém nas proximidades da rodoviária Roberto Silveira e realizam uma nova manifestação. Em nota a prefeitura informou que "O Instituto Municipal de Trânsito e Transporte está cumprindo a determinação judicial que deu exclusividade à empresa Rogil e ao Consórcio Planície em suas áreas de atuação para operação. (Leia mais abaixo)
A ação foi movida pela empresa de ônibus Rogil reivindicando exclusividade nas rotas. No dia 23 de dezembro, o Tribunal de Justiça (TJ-RJ) concedeu, através de decisão da desembargadora Mariana Fux, liminar solicitada pela procuradoria da Prefeitura de Campos para liberar a circulação de vans no município (veja AQUI).
Houve um tumulto após uma van tentar passar no bloqueio realizado pelos manifestantes e a Polícia Militar precisou intervir. A decisão consiste em deixar apenas a empresa Rogil, mesmo com os permissionários tendo um contrato de 10 anos. Segundo os motoristas, várias denúncias já foram feitas ao Instituto Municipal de Trânsito e Transportes (IMTT).
As vans fazem o itinerário do Setor F, que abrange: Dores, Ponta da Lama, Ururaí e Ibitioca.
O Campos 24 Horas manteve contato com a Prefeitura de Campos e recebeu a seguinte nota: "O Instituto Municipal de Trânsito e Transporte está cumprindo a determinação judicial que deu exclusividade à empresa Rogil e ao Consórcio Planície em suas áreas de atuação para operação. O instituto está tentando pactuar e reformular dentro do sistema. O presidente do IMTT, Nelson Godá, acrescenta que a decisão judicial não se questiona, se cumpre. Ele lamenta que os permissionários estejam sendo afetados, e assegura que as empresas estão sendo cobradas pela regularidade de prestação de serviço. Hoje mesmo foram publicadas no Diário Oficial notificações encaminhadas às empresas por descumprimento das regras de atendimento à população. O IMTT continua trabalhando para assegurar que a população não fique sem atendimento."
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