Perdi o prazo para sacar as cotas do PIS/Pasep. E agora?

Pessoas com menos de 60 anos que contribuíram com o PIS entre 1971 e 1988 tinham até a sexta-feira (28) para fazer o resgate


  • 29/09/2018 09h27 Foto: Divulgação .
As pessoas com menos de 60 anos que contribuíram com o PIS entre 1971 e 1988 tinham até a sexta-feira (28) para fazer o resgate. Quem não conseguiu ou se esqueceu de fazer o saque até este prazo, não perde o direito ao saque, mas deverá se encaixar em um dos critérios estabelecidos na lei. Confira: Para sacar as cotas do PIS Segundo a Caixa Econômica Federal, essas são as possibilidades para fazer o saque do PIS: Aposentadoria Idade igual ou superior a 60 anos; Invalidez (do participante ou dependente); Transferência para reserva remunerada ou reforma (no caso de militar); Idoso e/ou portador de deficiência alcançado pelo Benefício da Prestação Continuada; Neoplasia Maligna - Câncer - (participante ou dependente); AIDS (do participante ou dependente); Doenças listadas na Portaria Interministerial MPAS/MS 2.998/2001 (participante ou dependente); Morte do participante (situação em que o saldo da conta será pago aos dependentes ou sucessores do titular). Para sacar as cotas do Pasep Segundo o Banco do Brasil, após 28 de setembro de 2018 os saques no Pasep podem ser realizados pelos seguintes motivos: •   Aposentadoria •   Falecimento; (Os dependentes podem solicitar o saque da cota) •   HIV-Aids (Lei 7.670/88); •   Neoplasia maligna - Câncer (Lei 8.922/94); •   Reforma militar; •   Amparo Social (Lei 8.742/93): Amparo Assistencial a Portadores de Deficiência (espécie 87) e Amparo Social ao Idoso (espécie 88); •   Invalidez (com ou sem concessão de aposentadoria); •   Reserva remunerada; •   Idade de 60 anos para homens e mulheres; •   For acometido por uma das doenças ou afecções listadas na Portaria Interministerial MPAS/MS nº 2998/2001 (titular ou um de seus dependentes). 1- Tuberculose ativa; 2- Hanseníase; 3- Alienação mental; 4- Neoplasia maligna; 5- Cegueira 6- Paralisia irreversível e incapacitante; 7- Cardiopatia grave; 8- Doença de Parkinson; 9- Espondiloartrose anquilosante; 10- Nefropatia grave; 11- Estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante); 12- Síndrome da deficiência imunológica adquirida - Aids; 13- Contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada; 14- Hepatopatia grave. Fontes: Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal  



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