Peça “Entre o dedo e o Anel” aplaudida de pé no Teatro de Bolso

Nova apresentação está confirmada para este domingo (25), às 20h, com ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)


  • 25/06/2017 07h51 | Foto: Marcos Gonçalves/Comunicação PMCG.
Recortes de histórias reais com relatos que mostram os traumas, dramas e descaminhos comuns à existência humana. “Entre o dedo e o Anel”, da Cia de Arte Persona, espetáculo apresentado na noite deste sábado (24) no Teatro de Bolso Procópio Ferreira, faz um mergulho realista que pode remeter a vivências de cada um. Nova apresentação está confirmada para este domingo (25), às 20h, com ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). A peça conquistou público e admiração desde sua primeira apresentação, em 2011. E após sete montagens, passando pelo Teatro Popular de Rio das Ostras e o Parque das Ruínas, no Rio de Janeiro, o espetáculo mostra histórias reais entrelaçadas por perdas. As narrativas são sorteadas no início de cada encenação e duas histórias conduzem o espetáculo: a de Vítor, menino de 12 anos que vive seu primeiro amor, e Elisa, de 56, que, após inúmeras perdas, percebe ter aberto mão de si mesma. Em paralelo, se desenvolve a história de Júlia, com a superação da perda do avô, e a narrativa de Sayuri, desde a infância na Bahia, passando pela juventude no Japão e o retorno ao Brasil, num vai-e-vem que chega a ser cômico. Uma apresentação impecável que, ao final, recebeu os aplausos de uma entusiasmada plateia de pé. — É uma encenação desafiadora que sempre provoca um friozinho na barriga. É um espetáculo bastante complexo, que trata de vivências reais, de vidas reais, sendo, portando, sempre um grande desafio. E ele também está sempre em aberto, pronto a absorver novas histórias. É um processo — explica Tânia Pessanha, diretora do espetáculo e da Cia de Arte Persona, e que também atua na peça e responde pela produção. No elenco, além de Tânia, atuam Anne Claire Chenu, Hugo Gandra, Lênin Willemen, Sunshine Pessanha, Thaís Peixoto e Thássia Nunes. — Para nós, é muito gratificante receber um espetáculo de tal envergadura, uma montagem madura da Cia de Arte Persona, que nesses 20 anos de história mostra que é possível, com muita resistência artística e competência, representar Campos com muita qualidade e dignidade por onde passa. O encontro do Teatro de Bolso com esta companhia, que não deve nada a qualquer grande grupo teatral do país, só enriquece esta casa — afirmou o diretor do Teatro de Bolso, Fernando Rossi. Fonte: Comunicação PMCG



fique bem informado