A Prefeitura de Campos não vai patrocinar festas de réveillon este ano na praia do Farol de São Thomé, Lagoa de Cima ou qualquer outro ponto turístico do município. A informação é do secretário municipal de Saúde, Paulo Hirano, que conversou com o Campos 24 Horas e demonstrou preocupação com cerca de 40 mil campistas que ainda não foram imunizados, além de anunciar ponto de vacinação no calçadão do Centro.
“Vamos ter queima de fogos, para não passar em branco, mas a prefeitura não bancará eventos no Reveillon. Não temos mais pacientes internados por Covid nas unidades hospitalares do município, que é um dado animador. Mas ainda temos aproximadamente 40 mil pessoas ainda não imunizadas, um número significativo. Mas não por falta de vacinas porque temos oferta de vacina suficiente. Nos próximos dias vamos instalar postos de vacinação no Mercado Municipal, na Estação Rodoviária Roberto Silveira e no Calçadão”, avaliou. (Leia mais abaixo)
Quanto ao carnaval, o secretário disse que depende da fotografia do momento. “O Carnaval virá mais adiante e vamos nos reunir ainda para uma tomada de decisão. Hoje estamos diante de uma situação relativamente tranquila. Vai depender da fotografia do momento”, ressalvou.
Paulo Hirano renovou o pedido para que as pessoas não vacinadas compareçam às unidades de saúde para fazer a imunização. “Quem não tomou a primeira dose, que compareça para se vacinar. Quem já tomou, que vá tomar a segunda. E quem já tomou a segunda, vá tomar a terceira, a dose de reforço”, apelou.
O secretário considera que as informações sobre a variante ômicron, procedente da África do Sul, ainda não são esclarecedoras, mas que as medidas de restrição estão mantidas em Campos, apesar da significativa queda dos números da Covid no município.
“Cada nova cepa chega com características distintas. O que se sabe pelas primeiras informações é que esta variante tem um grau maior de transmissibilidade. O grau de letalidade ainda não conhecemos porque as informações ainda não são insuficientes. Lembremos que a Delta foi anunciada como uma catástrofe, mas não foi nada disso”, analisou.
“De qualquer forma vamos continuar com as recomendações para que as pessoas continuem a usar máscaras, mantenham distanciamento social e as mesmas regras de precaução quanto a higiene nas mãos”, afirmou. (Leia mais abaixo)