terça-feira, 19 de maio de 2015 - Foto: Secom

A passagem social a R$ 1, implantada em 2009 pela prefeita Rosinha Garotinho, permitiu que um profissional que trabalha 22 dias em um mês, economizasse em torno de R$ 2.400 em seis anos, isso para quem pagava R$ 1.60. Para trabalhadores de localidades como Santo Eduardo, Farol de São Tomé, Travessão, Venda Nova e Serrinha, por exemplo, a economia entre 2009 e 2015 foi bem maior.
- É uma economia que nunca havia prestado atenção. Mas é muito importante, é um dinheiro que podemos usar para a alimentação. A passagem de R$ 1 é ótima, facilitou bastante - destacou a dona de casa, Geane Gomes, 28 anos, que mora na área urbana.
Moradores de Santo Eduardo pagavam um total de R$ 22,90 ida e volta ao Centro. Com a passagem a R$ 1, passaram a desembolsar só R$ 2 diariamente, uma economia de R$ 20,90, que significa em torno de mais de R$ 32 mil em um período de seis anos. Quem reside no Farol, gastava R$ 13,30 com ônibus de ida e volta ao Centro, R$ 146,30 mês. Como a tarifa a R$ 1, o gasto caiu a 102,30 a cada 22 dias, uma economia de R$ 7 mil em seis anos.
- A passagem social trouxe benefícios à população. Principalmente para quem mora no interior. A economia com gastos com transporte é muito grande - destacou o presidente do Instituto Municipal de Trânsito e Transportes (IMTT), Álvaro Oliveira.
Cerca de 300 mil pessoas são beneficiadas, segundo o IMTT. Neste ano, 85 novos ônibus passaram a circular financiados pelo Fundo de Desenvolvimento de Campos (Fundecam).