Parapente reúne pilotos no Morro do Itaoca


sábado, 27 abril de 2013 - Foto: Secom

O evento atraiu, até mesmo, o campeão brasileiro da modalidade, Carlos Werneck (Leia mais abaixo)

parapenteO 6º Open de Parapente, que começou neste sábado (27) no Morro do Itaoca, reuniu dezenas de pilotos de toda a região sudeste num dos pontos mais belos do município e ideal para a prática do esporte. A competição vai premiar os três primeiros colocados de cada categoria (cross à distância e permanência e pouso) com troféus e dinheiro. Pilotos que ficarem ente a 4ª e a 10ª colocação receberão medalhas. O limite para permanência no ar é de 1 hora. Mas há quem fique mais de duas horas no ar.

O evento atraiu, até mesmo, o campeão brasileiro da modalidade, Carlos Werneck, que veio pela primeira vez a Campos para participar da competição. “Gostei do local. Tem um potencial grande para voo de cross (à distância)”, afirmou Werneck.

O suíço radicado no Brasil, Daniel Krattinger, de 37 anos, e que há 20 pratica o parapente, também, concorda com o colega. “Lindo o visual. Um lugar com potencial para cross. O parapente é uma área que está crescendo e precisa de investimento. O apoio da prefeitura é de fundamental importância”, disse ele, que mora em Macaé há três meses e é a primeira vez que visita Campos para participar de um aberto de parapente.

Ives Gandra, de 21 anos, falou da expectativa de voar pela primeira vez. ”Sempre tive vontade de voar. Pelo que falaram, é uma sensação rara. E quem voa a primeira vez não quer mais parar”, acredita Ives, que veio do Rio de Janeiro para participar da competição.

Paulo Prado, que pratica o parapente há dois anos como passageiro, disse que este é o esporte radical mais seguro que existe. “Diferentemente do pára quedas, no parapente você já sai inflado. E usamos uma cadeira acoplada, capacete, óculos, todo material de segurança. É tranqüilo”, diz Paulo. (Leia mais abaixo)

Um dos fundadores do esporte na cidade, Guilherme Nevez Soares, explica que “no parapente, o vento quente que está subindo da terra por condução, chamado de “térmica” é que faz a pessoa voar.

- No permanência e pouso, o piloto desce numa área chamada “Fazendinha”, que tem um alvo. No cross à distância, o piloto é resgatado. A prefeitura apóia o evento com a premiação em troféus e dinheiro, camisas , tendas e ambulância da Secretaria Municipal de Saúde – informa Guilherme.



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