
Nesta segunda-feira (25), os membros a comissão organizadora do Festival Doces Palavras (FDP!) — Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), Superintendência de Entretenimento e Lazer, Associação de Imprensa Campista (AIC), Academia Campista de Letras (ACL) e doceiras — fizeram um balanço da segunda edição do evento, que aconteceu de 20 a 24 de setembro. Cerca de seis mil pessoas passaram pelos 14 espaços, no quadrilátero histórico de Campos, no entorno do Jardim do Liceu, e que ofertaram 150 atrações.
Segundo o presidente da AIC, Vitor Menezes, a quantidade de público não define o sucesso do evento. Segundo Vitor, o grande legado do FDP! é o efeito educativo que o festival tem juntos às pessoas, além da consolidação do evento no calendário cultural da cidade.
— A edição do FDP! de 2015 inaugurou o conceito, mas esta segunda edição consolidou o festival. Em sua proposta, o festival nunca teve a pretensão de ser um evento massivo, por isso, é difícil quantificar o público nas 150 atividades da programação. Por exemplo, eram 20 pessoas participando de uma oficina, mais 15 pessoas assistindo a uma palestra, mais 10 pessoas assistindo uma conferência. Enfim, é um evento de contemplação daquele ambiente e de formação de pequenos grupos nas atividades — disse Vitor.
O superintendente adjunto de Entretenimento e Lazer, Fabiano Gomes, parabenizou todos os envolvidos na organização do festival e exaltou a integração das pastas municipais para a realização do evento.
— Esse evento foi possível graças ao envolvimento de todos. Em breve, estaremos fazendo uma avaliação dos pontos que precisamos rever já pensando em 2019. Quando a vontade e determinação superam as dificuldades tudo se torna possível, e essa tem sido a linha de trabalho do governo Rafael Diniz. Vamos em frente pois a cada dia temos a certeza que estamos no caminho certo — frisa Fabiano Gomes.
A presidente da FCJOL, Cristina Lima, avalia o acesso democrático dessa edição. “Nós chegamos à conclusão de que o evento avançou em relação à sua primeira edição e as características desta edição foram o acesso democrático, a total abertura de diálogo com os artistas e a diversidade de sua programação, que propiciaram que vários talentos campistas expressassem a sua arte. Acho também que não devemos parar por aí, nós devemos continuar e aperfeiçoar o festival através de seus erros e acertos e principalmente através da integração das secretarias e superintendências e das várias instituições envolvidas”, destaca Cristina.
A doceira Andrea Coutinho destacou que o festival incentiva a preservação da cultura local. “Eu estive na primeira edição do festival e foi ótimo e esta edição também foi. Sem a menor dúvida, o FDP já faz parte da programação cultural da cidade por ser um evento que valoriza a arte campista e que preserva uma tradição de doces típicos que não pode morrer”, disse.
Fonte: Comunicação PMCG