Operação: 13 presos, 700 celulares e 40 tablets recuperados

VEJA VÍDEOS da Operação “Quebrando a Banca” que tirou de circulação uma quadrilha roubava e desbloqueava celulares


  • 11/12/2018 07h24 Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas e Folha da Manhã.
Veja vídeo ao final das informações - (atualizado às 18h33) - Balanço divulgado pela polícia na tarde desta terça-feira(11) mostra os números da Operação Quebrando a Banca",  que colocou atrás das grades membros de uma quadrilha que roubava celulares e os desbloqueava para que fossem vendidos e reutilizados:  13 pessoas foram presas e 700 celulares e 40 tablets apreendidos. O balanço foi divulgado durante entrevista coletiva realizada na 134ª DP/Centro. Ainda há 14 acusados foragidos. Foram seis meses de investigações realizadas por agentes da 134ª DP/Centro, coordenados pelo delegado Geraldo Rangel. A OPERAÇÃO Uma operação foi deflagrada no início da manhã desta terça-feira(11) em Campos para prender membros de uma quadrilha especializada em roubos e desbloqueio de celulares. A operação 'Quebrando a Banca' é comandada pelo delegado Geraldo Rangel, titular da 134ª DP/Centro, onde foram feitas as investigações do caso, com participação do promotor de Justiça Fabiano Rangel Moreira, da Promotoria de Investigação Penal de Campos, e 150 policiais civis, militares e rodoviários federais. Ao todo, 25 mandados de prisão e 40 de busca e apreensão são cumpridos contra camelôs e outros acusados. Com um dos presos a polícia apreendeu o valor de R$ 4.367 em dinheiro. Investigações apontam que os celulares roubados em assaltos são desbloqueados no Camelódromo de Campos por pessoas ligadas a  um esquema de fraude para liberar o uso de aparelhos bloqueados. Através de monitoramento foi descoberto que, alguns assaltantes cometem os assaltos e vão direto para o camelódromo para desbloquear os celulares.  Os camelôs trocam o código de fabrica dos smartphones para que eles possam ser vendidos e reutilizados. A operação acontece no Shopping Popular Michel Hadadd, o Camelódromo, no Parque Alberto Sampaio, no Centro, e também nas casas dos acusados, a maioria em Guarus. A operação também acontece nas cidades de Itaperuna e São Francisco de Itabapoana. COMO É FEITO Os criminosos conseguem desvincular um aparelho do e-mail do proprietário, liberando aplicativos para serem utilizados por outro usuário. A outra fraude, mais grave, consiste em "clonar" um celular bloqueado. Assim como acontece com carros roubados, ladrões encontraram uma forma de trocar o código de fábrica dos smartphones. DELEGADO, COMANDANTE DO 8º BPM E PROMOTOR FALAM AO CAMPOS 24 HORAS. CONFIRA:



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